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Mostrando postagens de Setembro, 2012

Beleza Adormecida e Movimento Browniano

Dois filmes que podem ser considerados estranhos e com temas idem. Assistidos em duas sessões seguidas. Primeiro a produção australiana, Beleza Adormecida (Sleeping Beauty, 2011), escrita e dirigida pela estreante Julia Leigh. Tanto no trailer quanto no cartaz há os seguintes dizeres: “Jane Campion apresenta”. Com certeza, a renomada diretora de O Piano (The Piano, 1993), contribuiu de alguma forma para o filme, apesar de seu nome não aparecer nos créditos, só mesmo na parte de “a very special thanks”. O filme seguinte foi o holandês Movimento Browniano (Brownian Movement, 2010), da também diretora e escritora Nanouk Leopold, sendo este é o seu primeiro filme falado em inglês (e francês). Os anteriores eram falados em holandês. O que podemos chamar de estranheza está tanto na forma como no conteúdo das duas histórias. Ambos possuem em comum a abordagem que cerca aquilo que podemos considerar como um certo tipo de fetichismo. No entanto, o objeto de fetiche, no caso dos dois filmes, é …