<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200</id><updated>2012-02-16T17:30:35.840-02:00</updated><title type='text'>Cine em Foco</title><subtitle type='html'>A mudança de foco como um convite para se olhar através de uma nova perspectiva</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>41</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-4627758959984049309</id><published>2012-02-02T21:59:00.001-02:00</published><updated>2012-02-03T18:13:08.546-02:00</updated><title type='text'>Precisamos falar sobre Kevin</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8707102" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;"Nos acostumarmos com algo,&amp;nbsp;não significa que gostamos daquilo". &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;(Kevin, para a mãe, aos oito anos de idade)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O filme começa com uma fusão entre uma cena de uma cortina branca para um plano em zenital de uma multidão coberta por uma textura vermelha. Aos poucos percebemos que se trata da Tomatina, tradicional festa de guerra de tomates que acontece na Espanha. Em seguida vemos Eva (Tilda Swinton), sorridente e feliz, sendo levantada e carregada por vários braços que a largam em cima de uma poça de polpas de tomates. Pode-se dizer que tal cena funciona como um prelúdio para aquilo que ainda virá a acontecer na vida de Eva, ao relacionarmos o vermelho dos tomates com sangue.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A partir daí as cenas que se seguem vão aos poucos ganhando ritmo. A montagem ocorre dentro de três tempos narrativos diferentes: um no presente e dois tempos no passado. Destes dois, um quando Eva ainda se considerava uma mulher livre e o outro a partir do momento em que fica grávida de Kevin. A marcação desses três tempos está muito bem estruturada no filme, que faz uso de fusões sonoras e mudança de cenas que se interligam entre si e ao mesmo tempo se delimitam. Por exemplo, uma cena em que mostra várias mães na porta da escola e uma delas grita. Na cena seguinte, o grito da mãe se mescla com o grito de Eva no momento do parto. São duas cenas que estão em tempos narrativos diferentes e que se interligam através do som do grito das duas mães. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Além da montagem, a também excelente interpretação de Tilda Swinton nos faz perceber as mudanças provocadas em sua a vida dentro desses diferentes tempos. A escolha para o papel de Eva não poderia ser melhor. A inglesa Katherine Matilda Swinton possui um rosto que podemos considerar estranho, atípico e asssexuado. Não é à toa que se tornou conhecida quando atuou interpretando Orlando, na adaptação feita para o cinema em 1992 da obra de Virginia Woolf. No filme "&lt;em&gt;Orlando, A Mulher Imortal&lt;/em&gt;", ela vive um personagem ora masculino, ora feminino que viveu durante quatrocentos anos. E ela funciona muito bem como Eva, por se tratar de uma personagem que demonstra desde o momento em que fica grávida não possuir nenhum tipo instinto materno. A visão do corpo de Tilda com uma enorme barriga, somado a sua expressão peculiar, contribui para que também consideremos tal imagem estranha. E sentimos claramente que ela não está nem um pouco à vontade com sua gravidez. Quando Kevin nasce, as coisas só pioram. Ele é um bebê que chora incessantemente, demora a falar e aos oito anos de idade ainda usa fraldas. Ou seja, como se não bastasse o fato de Eva não ter o "dom natural" de ser mãe, Kevin é uma criança extremamente problemática e que apresenta um certo desprezo por ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A trilha sonora é outro elemento interessante no filme, que provoca um contraste de sensações. A tensão crescente dentro da narrativa nos faz crer que algo muito ruim irá acontecer. No entanto, não há em nenhum momento uma trilha de suspense, pelo contrário, as músicas tocadas são, na maioria, de estilo folk e/ou com melodias lentas, alegres e até engraçadinhas. Ou seja, nada que remeta a um clima sombrio ou de horror.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O roteiro do filme é uma adaptação do livro homônimo da autora americana Lionel Shriver, que em 2005 ganhou o prêmio inglês de literatura, &lt;em&gt;Orange&lt;/em&gt;, por Melhor Romance do Ano. O enredo acontece através de cartas escritas por Eva ao marido, não mais presente, que no filme é vivido pelo, também excelente, ator John C. Reilly.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tanto o livro quanto o filme geraram polêmicas por levantarem algumas questões que não são muito discutidas, ainda mais de uma forma tão crua e sem sentimentalismos. Por exemplo, o fato de que nem todas as mulheres possuem instinto maternal ou querem ser mães. E ainda o fato de que pode sim haver uma ausência de amor entre pais e filhos. Afinal, o vínculo genético não é um fator comprobatório de que haja necessariamente uma relação de amor entre pessoas da mesma família. E ainda, a crueldade, o sofrimento e as triztezas fazem parte da vida tanto quanto a felicidade e as alegrias. O filme consegue não aplicar um juízo de valor para tais fatos e acontecimentos. Ele simplesmente os mostra como coisas que ocorrem. Não há explicações ou respostas. Devido a fatores culturais, educacionais, religiosos, etc, somos levados a pensar que os sofrimentos, tristezas, crueldades devam ser percebidos como abominações e anormalidades. No entanto, tudo isso faz parte da natureza humana, assim como as alegrias, bondades, caridades. Os sentimentos nos provocam sensações que podem nos trazer um certo peso ou leveza, no entanto, talvez não devêssemos aplicar a eles valoração boa ou ruim. O sofrimento, por exemplo é um sentimento pesado, todavia, é através dele que crescemos e aprendemos mais sobre nós mesmos e os outros. Tudo acontece porque faz parte da vida e se estamos vivos e não podemos impedir os acontecimentos que nos trazem peso, então é preciso saber lidar com eles e encará-los de uma forma diferente de como geralmente encaramos. Isso fica bem claro na cena final do filme. Eva é uma mulher que consegue, mesmo depois de tantas tragédias cercando sua vida, ter uma visão iluminada a respeito de tudo e seguir em frente à espera de novos acontecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-4627758959984049309?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/4627758959984049309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=4627758959984049309&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4627758959984049309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4627758959984049309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2012/02/precisamos-falar-sobre-kevin.html' title='Precisamos falar sobre Kevin'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-7024524212716774255</id><published>2012-01-21T01:43:00.002-02:00</published><updated>2012-01-23T00:16:52.323-02:00</updated><title type='text'>Tomboy</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8698623" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Segundo o dicionário, a palavra Tomboy significa menina levada, que se interessa por atividades masculinas. E esse é o nome e tema do segundo longa da diretora francesa Céline Sciamma, que mais uma vez retoma a questão da sexualidade na pré-adolescência. Seu primeiro filme, &lt;em&gt;Lírios D'Água&lt;/em&gt;, de 2007, aborda o despertar do desejo sexual entre meninas e meninos, sendo que uma dessas meninas se interessa por outra menina. Tanto em Lírios quanto em Tomboy, a diretora e também roteirista, consegue referir-se ao universo infantil fazendo uso de uma narrativa que nos permite uma assimilação nostálgica por recordações daquilo que também já passamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pelo título do filme já sabemos que Laure trata-se de uma menina, mas se não soubéssemos, poderíamos tranquilamente considerar que se tratava de um menino.&amp;nbsp;Ela tem cabelos curtos, um rosto assexuado, usa roupas não muito femininas e brinca normalmente, tanto como faria um menino ou uma menina. Tem uma irmã menor, que é uma figura e rouba a cena do filme em diversos momentos, e com quem adora brincar e cuidar. No entanto, no período de férias escolares, a família se muda de cidade e Laure se apresenta às novas crianças do bairro como Michael, fazendo com que todas pensem que ela é um menino. Aos poucos ela vai se enturmando e se identificando mais com os meninos, com quem ela se sente mais à vontade. Uma das meninas, Lisa, se interessa por Laure e é a que se torna mais próxima, até o ponto de beijá-la, achando que ela é Michael.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O roteiro de Sciamma não tenta explicar ou justificar as atitudes de Laure, afinal as ações já falam por si. Tomboy parece ser a versão feminina de &lt;em&gt;Minha Vida em Cor de Rosa&lt;/em&gt;, filme de 1997, do diretor belga Alain Berlinder. Neste, nos é apresentado um menino que tem todos os trejeitos de menina e que pensa ter nascido no corpo errado. Enquanto Berlinder opta por expressar no seu filme um tom de fábula, Sciamma opta em ser mais realista. Tanto que há o momento em que a verdade vem à tona e todos descobrem que Michael é Laure, afinal tal fato não poderia permanecer oculto por muito tempo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O filme foi vencedor do Teddy Bear, no Festival de Berlim em 2011. Prêmio dado a filmes com temáticas homossexuais, no entanto, a diretora diz não querer ser rotulada como uma cineasta gay. Ela diz ainda que o filme só teve sucesso por ter encontrado a atriz certa. Zoé Héran, aceitou cortar o cabelo e conseguiu compreender todas as implicações que o filme poderia trazer. A família a acompanhou o tempo todo no set de filmagem. E para facilitar ainda mais, Sciamma chamou os amigos de Zoé para interpretarem seus amigos também no filme. Isso fez com que Tomboy ganhasse ainda mais naturalidade durante as cenas. E nada melhor do que ver questões tão complexas, seja no cinema ou na vida, de uma forma tão espontânea, bonita e poética. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-7024524212716774255?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/7024524212716774255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=7024524212716774255&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7024524212716774255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7024524212716774255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2012/01/tomboy.html' title='Tomboy'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-6160748578387405380</id><published>2011-11-17T10:23:00.001-02:00</published><updated>2011-11-17T10:43:10.293-02:00</updated><title type='text'>A Pele Que Habito</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8661587" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Considero que neste filme&amp;nbsp;Almodóvar conseguiu atingir o seu maior grau de sofisticação cinematográfica, tanto pela escolha original da história, quanto, e principalmente, pela narrativa orquestrada de forma instigante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Antonio Banderas vive um cirurgião plástico de sucesso. Mora em uma mansão com uma governanta (Marisa Paredes), alguns criados e uma "hóspede" (Elena Anaya) que é mantida em cárcere, trancada em um dos quartos da casa. Aos poucos o filme vai revelando a relação entre os personagens e a história por trás de cada um. No início, temos a ideia de que Banderas é um cirurgião sem ética e que faz uso de uma cobaia viva para os seus experimentos. No entanto, o filme surpreende de maneira chocante e brutal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A relação do cirurgião com sua cárcere me remeteu um pouco a uma relação que Almodóvar tratou em um outro filme seu, &lt;strong&gt;Ata-me&lt;/strong&gt; (1990), também interpretado por Banderas. [&lt;em&gt;&lt;u&gt;Atenção: SPOILER&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;] A semelhança dos dois personagens está no fato de que ambos sequestram uma pessoa para mantê-la em cativeiro e possuem o desejo de transformá-las. No caso de Ata-me, o desejo de transformação é interna, de sentimento. De fazer com que sua presa se apaixone por ele. E em A Pele o desejo é a da transformação externa de seu prisioneiro. No entanto, a mudança interna ocorre no sequestrador e não no sequestrado. Essa questão de mudança de aparência me lembrou também um outro filme. &lt;strong&gt;Time&lt;/strong&gt; (2006), do diretor sul coreano, Kim Ki-duk. Neste, a namorada de um rapaz resolve fazer uma cirurgia plástica e mudar de rosto como forma de testar o amor do namorado. A aparência está ligada ao sentimento ou o sentimento é que está ligado a aparência? E se alguém que você ama ganhasse um rosto totalmente diferente? E se uma pessoa totalmente diferente tivesse uma aparência idêntica a alguém que você amou? É engraçado pensar sobre isso porque sempre refletimos sobre o amor como algo abstrato e não físico, mas nos esquecemos o quanto há de ligação desse sentimento com a aparência física.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Almodóvar se inspirou no livro &lt;strong&gt;Tarântula&lt;/strong&gt;, do escritor francês Thierry Jonquet. O livro está classificado como um thriller de horror e narra de forma extremamente cruel os atos cometidos pelo cirurgião em sua vítima. O título do livro se refere ao nome pelo qual a vítima chama o seu sequestrador, o comparado-o com uma aranha tarântula devido as atrocidades pelas quais passa. Mas, para o filme, Almodóvar não faz uso de tais descrições que constam no livro. Afinal, no cinema, menos é mais. E ele consegue fazer isso de uma forma ao mesmo tempo sutil e extremamente provocativa. Primeiro somos apresentados a rotina do cirurgião e da mulher que ele mantem trancada. Na metade do filme é que&amp;nbsp;é revelado o motivo de tal encarceramento. E essa explicação ocorre durante uma noite de sono que os dois dormem na mesma cama, numa espécie de sonho misturado com flashback.&amp;nbsp;E quando voltamos ao tempo atual da trama, é justamente o momento em que o casal acorda no dia seguinte. Essa forma de montagem&amp;nbsp;fornece&amp;nbsp;um enorme requinte&amp;nbsp;ao tom da&amp;nbsp;narrativa do filme.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Porém, sem fugir das suas origens, mesmo se tratando de um&amp;nbsp;suspense, a gente identifica que é um filme de Almodóvar, ou seja, os elementos característicos que o marcam tanto estão todos presentes: a questão materna; o sexo; a fotografia das suas cores; a música cantada; as piadinhas em momentos dramáticos; e tudo mais que povoa o universo de um diretor que imprimiu e imprime um estilo muito próprio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que mais me encanta no cinema deste diretor é a forma natural como ele lida com os mais variados tipos de relações que estão fora dos padrões convencionais. Basta olhar para a sua filmografia e perceber que em todos os seus filmes não existe uma relação convencional. Seus personagens possuem uma riquíssima complexidade que daria para fazer um filme a respeito de cada um deles. No entanto, ele prefere apenas ir pincelando-os e mostrando, para nós, meros espectadores, o suficiente para nossa compreensão durante uma hora ou mais. E por fim, nos deixando com uma forte sensação de que a vida de seus personagens continua mesmo depois que o filme termina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-6160748578387405380?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/6160748578387405380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=6160748578387405380&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/6160748578387405380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/6160748578387405380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2011/11/pele-que-habito.html' title='A Pele Que Habito'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-4183222627233150782</id><published>2011-10-18T01:08:00.006-02:00</published><updated>2011-10-18T01:29:26.606-02:00</updated><title type='text'>Festival do Rio 2011</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8642357" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esse ano quis ir bem devagar e tranquila para o Festival. Nada de comprar freneticamente tudo antecipado. E também preferi assistir filmes que provavelmente não entrarão em circuito ou irão demorar bastante para estrear. Além disso, também não quis ver nenhum filme falado em inglês. Enfim, coisa de cinéfila xiita e, ultimamente, bastante chata. Sendo assim, a minha cotação de filmes ficou da seguinte forma: "A Um Tiro de Pedra", "Mãe e Filha", "Triângulo Amoroso", "O Invasor", "O Abismo Prateado", "Michael". No entanto, destes, escrevi abaixo&amp;nbsp;sobre aqueles que mais me chamaram atenção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;México: A UM TIRO DE PEDRA, de Sebastián Hiriart&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Narra uma intrigante história sobre um pastor de cabras que vive num pequeno vilarejo no México. Um dia ele encontra um chaveiro com uma imagem e entende isso como um sinal para largar sua vida e viajar para o local indicado. A curiosa trilha sonora chama a atenção, pois, em alguns momentos é apresentada de uma maneira que se funde entre o contexto diegético e extradiegético da narrativa. Por exemplo, quando o personagem está próximo aos trilhos de um trem, ouvimos um som que nos remete a um apito somado as próprias rodas girando. No momento seguinte, percebemos que tal introdução sonora se revela como a trilha marcante que se repete ao longo do filme. "A um tiro de pedra" é uma expressão mexicana que significa algo do tipo "logo ali perto". Somente como curiosidade, essa mesma expressão também está presente na Bíblia, em Lucas cap. 22, que narra o momento que antecede a paixão de Cristo, ou seja, a Páscoa. E dentro do contexto bíblico ela também é usada para designar distância, que equivale algo entre 20 a 30 metros. A ironia do título está no fato de que a distância percorrida pelo personagem é imensamente maior que essa. No entanto, isso não faz com que ele desista do seu caminho. Ele o percorre de forma extremamente obsessiva, que inclusive é sobre isso que o filme fala. Nas palavras do próprio diretor: "&lt;em&gt;O filme fala sobre as obsessões que temos que podem ser efêmeras e sem sentido, mas que dão sentido a nossa própria vida&lt;/em&gt;". Às vezes, sentimos que é preciso seguir por um caminho que não necessariamente irá nos levar àquilo que procuramos, mas o impulso de percorrê-lo é tão grande que ele em si transforma-se em uma verdadeira jornada sobre nós mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Brasil: MÃE E FILHA, de Petrus Cariry&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O filme recebeu cinco prêmios no Cine Ceará deste ano, incluindo o de Melhor Filme. A linguagem estética do filme em alguns momentos lembra Lars Von Trier e em outros Tarkovisky. Os planos são longos e extremamente fotográficos e bem fotografados, função essa que também foi desempenhada pelo diretor. O tema da história é pesado. Após anos de separação, a filha retorna ao sertão onde nasceu para reencontrar a mãe. No entanto, ela leva consigo o seu filho morto para que a avó o abençoe. O lugar que sua mãe vive se assemelha a uma cidade fantasma. Parece não haver nenhum outro morador além dela. As casas estão destroçadas e destruídas. O que pode talvez significar uma metáfora para a relação das duas. O filme é narrado de forma bastante simbólica. A mãe prepara um certo ritual para o recebimento do seu neto morto. Em alguns momentos vemos a figura de homens vestidos de cangaceiros, que parecem representar uma espécie de anjos que vieram velar pela criança. Esse é o segundo longa de Petrus e ele, com certeza, se mostra como um promissor realizador do cinema brasileiro, pois lança um novo olhar ao nos apresentar um filme com uma nova e ousada proposta de linguagem estética.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Áustria: MICHAEL, de Markus Schleinzer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando comecei a ver Michael, reparei que algumas cenas me lembravam demais o estilo de Michael Haneke. Após a exibição do filme fui pesquisar sobre o diretor e descobri que Schleinzer já havia trabalhado com Haneke em dois filmes: "A Professora de Piano" e "A Fita Branca". Tá explicado então a influência dele em seu primeiro longa como diretor. O filme é simplesmente sensacional. Primeiro pela ousadia do tema escolhido. Trata-se da história de um homem que mantém no porão da sua casa um menino de dez anos que ele molesta sexualmente. A abertura do filme chama a atenção por mostrar logo de cara o que se passa na casa de Michael. Tudo é feito de forma muito natural e cotidiana, como se fosse um dia-a-dia normal na casa de qualquer família, afinal essa é a rotina estabelecida e que aparenta já durar alguns anos. O menino tem um quarto/cativeiro todo decorado e cheio de brinquedos. Com um banheiro adaptado e uma boa reserva de alimentos. É claro que ele não é feliz, mas parece já estar meio conformado com a situação em que vive. Schleinzer conseguiu lidar muito bem com um tema extremamente polêmico de forma habilidosa e satisfatória para os espectadores. Os planos e enquadramentos somados a uma montagem inteligente conseguem fazer com que saibamos exatamente tudo o que acontece ou vai acontecer, sem precisar mostrar aquilo que já sabemos. A cena final comprova isso de forma brilhante. Sem falar, que ele ainda conseguiu ter a coragem de fazer uma piadinha que funciona e se encaixa perfeitamente no contexto apresentado no filme. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E assim foi minha cotação do Festival desse ano. Vi pouca coisa, mas daquilo que vi, gostei bastante. E em meio a tantas exibições, morre, aos 63 anos, Leon Cakoff, fundador da Mostra de Cinema de São Paulo. Considerada também uma importantíssima janela para novos e inovadores olhares sobre o cinema produzido no mundo e no Brasil. Ele se foi, mas o seu legado e importância irão continuar por muitos e muitos anos enquanto houver cinema e pessoas querendo saboreá-lo e vivenciá-lo em toda grandeza e esplendor que ele pode oferecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-4183222627233150782?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/4183222627233150782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=4183222627233150782&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4183222627233150782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4183222627233150782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2011/10/festival-do-rio-2011.html' title='Festival do Rio 2011'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-648639727984620502</id><published>2011-09-10T22:38:00.003-03:00</published><updated>2011-12-18T19:58:04.900-02:00</updated><title type='text'>A Árvore da Vida</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8624111" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De todas as formas de arte, considero o cinema como aquela que melhor pode tentar responder algumas das grandes questões da vida, tais como: De onde viemos? Pra onde vamos? E quem somos? Alguns cineastas, que tiveram tal ousadia, conseguiram transformar essas profundas indagações em linguagem cinematográfica, usando técnicas seja de roteiro, de estética das imagens ou, e principalmente, de montagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fui assitir &lt;strong&gt;A Árvore da Vida&lt;/strong&gt; cheia de expectativas, esperando um grande filme, cujas técnicas acima citadas estivessem presentes de forma surpreendentes e inovadoras. No entanto, ao terminar o filme fiquei bastante decepcionada. Vencedor da Palma de Ouro no festival de Cannes desse ano, a produção, dirigida por Terrence Malick não conseguiu me convencer. O roteiro consegue até ser cativante, mas não se sustenta com uma montagem que parece se perder em si mesma. Talvez porque ela tenha sido feita por cinco montadores diferentes, incluindo um brasileiro, Daniel Rezende. Realmente até entendi a intenção do filme como um todo, mas não entendi a intenção da montagem. Quando vamos para a época, digamos, atual, em que Sean Penn está, parece que o filme vai nos dizer algo importante, mas, depois vemos que não há nenhum objetivo por trás desse tipo de montagem. Aquilo que parece se propor simbólico, fica óbvio demais e o que parece ser claro, se transforma apenas em um grande cliché. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quanto a estética das imagens e os efeitos visuais, o filme é realmente de uma beleza singular, tanto que nos remete a &lt;strong&gt;2001&lt;/strong&gt;, de Kubrick e ao &lt;strong&gt;Melancholia&lt;/strong&gt;, de Von Trier. Inclusive pode-se dizer que a Árvore de Malick seria o antônimo deste último de Lars Von Trier, que também estava concorrendo em Cannes nesse mesmo ano. Isso porque o filme de Malick tem uma visão ocidentalizadamente católica demais sobre a vida e quanto para Von Trier não existe sequer um Deus e nem salvação, seja para o mundo ou para as pessoas. Um outro filme que também pode ser completamente o oposto deste de Malick é &lt;strong&gt;&lt;a href="http://cineemfoco.blogspot.com/2011/02/tio-boonmee-que-pode-recordar-suas.html"&gt;Tio Boonmee&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;, ironicamente vencedor da Palma de Ouro do ano anterior. Este sim, nos apresenta através de uma visão realmente inovadora, um olhar sobre a a vida e a morte de uma forma muito mais lírica e tranquila e não tão doída e sofrível. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000517/"&gt;Malick&lt;/a&gt; é um cara extremamente recluso. Não dá entrevistas e fez poucos filmes durante sua carreira&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;. É preciso lhe dar algum crédito em relação a isso, principalmente por estar inserido na indústria hollywoodiana. Ele, principalmente após a morte de Kubrick, é um dos raros diretores que consegue fazer um cinema mais experimental e totalmente fora dos padrões das produções americanas. Tal ousadia merece aplausos e respeito. No entanto, a sua Árvore não conseguiu me persuadir. Quem sabe na sua próxima tentativa, seja possível colher melhores frutos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-648639727984620502?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/648639727984620502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=648639727984620502&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/648639727984620502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/648639727984620502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2011/09/arvore-da-vida.html' title='A Árvore da Vida'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-2137526067425541068</id><published>2011-08-06T15:09:00.012-03:00</published><updated>2011-08-06T20:07:18.612-03:00</updated><title type='text'>A Falta Que Nos Move</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8611611" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Christiane Jatahy é uma diretora de teatro que sempre demonstrou interesse por todo jogo de cena que existe entre o espectador e a encenação dos atores. Em suas peças, como "Corte Seco" (2009), por exemplo, ela editava o espetáculo ao vivo, dizendo para os atores quando deviam cortar a cena e ir para outra. Com isso, ela conseguiu estabelecer um diálogo entre a linguagem&amp;nbsp;teatral e&amp;nbsp;cinematográfica. E esse diálogo foi se tornando cada vez mais&amp;nbsp;presente em suas peças ao ponto de&amp;nbsp;sair dos palcos&amp;nbsp;e ganhar uma versão na&amp;nbsp;tela de cinema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O filme mistura realidade e ficção o tempo todo. O processo de filmagem ocorreu durante treze horas ininterruptas utilizando três câmeras. Os cinco atores chegam em uma casa para preparar um jantar e aguardar um convidado que ninguém sabe quem é, ou se realmente irá chegar. Os diálogos são improvisados e as histórias contadas podem ser verdadeiras ou não. Algumas orientações são dadas para os atores através de mensagens de texto no celular. Em alguns momentos, a encenação é &lt;em&gt;brechtinianamente&lt;/em&gt; desmascarada e é aí que Christiane consegue confundir ainda mais os espectadores. Será que as conversas que parecem totalmente espontâneas ou até mesmo pequenos acidentes, como quando uma das atrizes bate a cabeça e sangra, foram encenadas? Afinal, o título original da peça era "A Falta Que Nos Move ou Todas As Histórias São Ficção" (2005). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Os atores são Kiko Mascarenhas, Daniela Fortes, Marina Vianna, Cristina Amadeo e Pedro Brício. Eles passaram por cinco meses de ensaio até chegar o dia da filmagem. Cada ator recebeu um roteiro somente com orientações sobre sua atuação, ou seja, um não sabia qual era o roteiro do outro. Os seus personagens são eles mesmos e cada um com características muito bem definidas, que podem ter sido por orientação da diretora ou por se tratar de suas próprias. E é justamente isso que faz com que o filme se torne instigante, o jogo contínuo de nunca sabermos ao certo o que é real e o que é encenação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;E é curioso observarmos o fascínio que, nós espectadores e não atores (sera?) da vida, temos sobre o ser e o parecer ser. Apesar de considerar que o filme deve ter sido uma grande experiência para os atores e de ter levantado vários questionamentos sobre essa função que eles desempenham, ele me fez refletir também como essa tendência de &lt;em&gt;reality&lt;/em&gt; está cada vez mais presente nas nossas vidas. Primeiro nos programas de TV e agora nas redes sociais. Todos sentem o desejo não só de verem a vida dos outros, como o de serem vistos também. De estarem sempre dizendo algo sobre suas vidas, de estarem sempre querendo parecer algo para alguém ou para si próprios. Tudo isso de Parecer, Aparecer e Ser fazem parte da nossa condição humana. E, ao mesmo tempo, que elas são tão distintas entre si, também estão intimamente ligadas para entrarmos no processo de descoberta de quem realmente somos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A Falta Que Nos Move. Que falta é essa? Falta significa vazio, algo que nos torne incompletos, mas que de alguma forma já nos preencheu, pois sentimos falta. E só sentimos falta por algo que já tivemos. Ou não? Nos move pra onde? Pra onde queremos ir ou pra onde nos deixamos levar. Nos movemos saindo do lugar ou ficando parados. O pensamento nos move sem que saiamos do lugar. Enfim, ficção, realidade, encenação, mímica, desconstrução, desestruturação, reconstrução, linguagem, espontaneidade... Isso tudo faz parte da nossa vida, que encenada ou não, nos transforma, nos liberta e/ou nos aprisiona.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-2137526067425541068?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/2137526067425541068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=2137526067425541068&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2137526067425541068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2137526067425541068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2011/08/falta-que-nos-move.html' title='A Falta Que Nos Move'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-249380518107248621</id><published>2011-06-29T15:11:00.006-03:00</published><updated>2011-06-29T15:40:34.361-03:00</updated><title type='text'>Meia Noite em Paris</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8596575" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Finalmente consegui retomar minhas idas ao cinema. Os contratempos externos e internos continuam (ô se continuam!), mas isso não deve ser justificativa de faltar com o meu prazer maior, que é a experiencia de ir ao cinema. Afinal, parafraseando a cantora pernambucana, Karina Buhr, o centro da terra puxa a gente, mas a gente pula contra a vontade do chão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;E quem me puxou de volta foi Woody Allen. Confesso que fui meio com o pé atrás, já que um filme protagonizado por Owen Wilson não me é lá muito convidativo. E até que Allen consegue extrair uma atuação razoável desse rapaz, afinal ele é só um diretor de cinema e não mágico. Ainda bem que o roteiro (também escrito por ele, claro) sustenta o filme, que narra a história de um protagonista nada satisfeito com a época atual que vive. A partir desse momento o filme me conquistou, pois me identifiquei com tal sentimento. Cada vez mais me sinto menos ligada ao mundo atual e todas as suas modernidades. Essa coisa toda de tecnologia touch, iPhone, iPad, TV's de LCD, LED, Plasma, Neutron, Plutônio e o escambau. Até mesmo o Windows Vista e o 7, eu odeio! Sem falar nessa febre doentia das redes sociais virtuais em que todo mundo sabe da vida de todo mundo! Ahhhhhhh... quero voltar pra Idade Média ou então para os tempos áureos do cinema-mudo (Charlie Chaplin, meu ídolo-gênio de qualquer época!). Hoje em dia todo mundo fala demais sem ter nada pra dizer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Voltando ao filme, o personagem de Owen é um roteirista de Hollywood que resolve mudar o rumo do seu trabalho e se dedicar em escrever um livro. Ele está prestes a se casar com a personagem de Rachel McAdams, no entanto, eles se mostram pessoas muito diferentes uma da outra, principalmente nesse momento de transição em que passa o personagem do Owen. Eles estão em Paris, juntamente com os pais da noiva, para comprar coisas para a nova casa que irão morar. No entanto, o sentimento nostálgico do protagonista o transporta, literalmente, de volta no tempo. Justamente para a época que ele mais admira, Paris nos anos 20. E realmente não é nada mal. Ele encontra com grandes escritores e artistas em geral, como Hemingway, Picasso, Cole Porter, entre outros. A cena em que ele senta à mesa com Dalí, Buñuel e Man Ray é sensacional! Pois, os diálogos fazem jus a turma surrealista. A breve atuação de Adrian Brody, como Dalí, é simplesmente perfeita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Depois de vivenciar tudo isso, não tem como ele continuar sendo um roteirista de Hollywood e se casar com uma mulher com quem não tem a menor identificação. Só lhe resta largar tudo e ir viver em Paris. Começar uma nova vida na época em que vive mesmo, porém com um novo (ou velho) olhar. Infelizmente (ou felizmente) não podemos negar o presente e o momento que estamos passando. Temos que vivênciá-lo, mesmo que não estejamos completamente satisfeitos com ele. A boa (ou má) notícia é que o momento passa e se transforma, vira uma outra coisa. Como diz a escritora polonesa Wislawa Szymborska: "Quando pronuncio a palavra Futuro, a primeira sílaba já pertence ao passado".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-249380518107248621?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/249380518107248621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=249380518107248621&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/249380518107248621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/249380518107248621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2011/06/meia-noite-em-paris.html' title='Meia Noite em Paris'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-5138877350371433440</id><published>2011-06-12T22:20:00.005-03:00</published><updated>2011-06-13T11:34:03.875-03:00</updated><title type='text'>Dexter</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8588159" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;[(Momento parêntese): &lt;em&gt;A proposta do blog é falar sobre filmes que estão em cartaz nos cinemas, no entanto, por inúmeros motivos, não tenho praticado idas ao cinema há um tempo considerável. Sendo assim, resolvi abrir uma exceção e escrever sobre esse seriado de TV que me cativou completamente&lt;/em&gt;]. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Trauma. Traumatismo. Segundo o dicionário, um de seus significados é um grande abalo físico, moral ou mental; choque ou transtorno de onde se desenvolveu ou se pode desenvolver uma neurose. Sendo um pouco mais específica, um trauma está ligado a uma situação extremamente violenta vivenciada por alguém, fazendo com que essa pessoa possa vir a ter variadas formas de reação, influenciando assim em seu comportamento psíquico e suas ações perante o mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dexter é o personagem-título de um seriado de sucesso nos EUA, que estreou em 2006 e que já vai para sua&amp;nbsp;sexta temporada. A história de Dexter narra que ele passou por um forte trauma que o fez se tornar o que ele é hoje, um serial killer. Quando tinha três anos de idade, ele viu sua mãe ser assassinada e picotada com uma moto-serra. Até a sua idade adulta ele não se lembrava de tal fato. Devido a chocante cena, seu cérebro bloqueou o que ele havia testemunhado. No entanto, desde muito jovem Dexter sentia um impulso incontrolável para matar. O seu pai adotivo, que era policial, percebeu o impulso do filho e resolveu direcioná-lo para o "bem", ou seja, educou Dexter para que ele só matasse pessoas do "mal". Sendo assim, Dexter cresceu e trabalha para a polícia, como um especialista forense em análise de sangue, desvendando crimes cometidos por assassinos do mal. No entanto, alguns desses criminosos conseguem escapar da polícia, e é aí que Dexter ataca. Ele vai atrás desses bandidos e os mata, se tornando assim um assassino do bem(?).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Questões morais à parte, o seriado possui uma narrativa muito bem construída e a cada temporada vamos não só compreendendo a complexidade psíquica de Dexter, como acabamos nos identificando com ele. Isso é simplesmente incrível, pois comprova o sucesso de um roteiro muito bem escrito e de um personagem brilhantemente construído, não esquecendo de mencionar a excelente atuação de Michael C. Hall, que ficou conhecido por outra série, também excelente e ligada a mortes, &lt;em&gt;Six Feet Under &lt;/em&gt;(A Sete Palmos). Não que esse tema já não tenho sido retratado antes. Na história do cinema já houveram vários filmes sobre serial killers: &lt;em&gt;Assassinos por Natureza&lt;/em&gt;, de Oliver Stone, &lt;em&gt;Kalifornia&lt;/em&gt;, de Dominic Sena e &lt;em&gt;Violência Gratuita&lt;/em&gt;, de Michael Haneke. Porém, diferente dos filmes, o seriado consegue ir mais a fundo na mente de um personagem extremamente complexo. Os assassinos em série matam não movidos por sentimentos de justiça, vingança e nem por questões políticas ou por aquilo que acreditam ser o correto. Eles matam porque precisam saciar seus incontroláveis impulsos que os levam a matar. Não há uma justificativa moral para isso. No entanto, Dexter se apresenta como o primeiro serial killer moralista, uma vez que segue determinados códigos e só mata bandidos. No entanto, o seriado não levanta tanto essa questão. O foco está voltado mais para o funcionamento da mente do protagonista e como ele lida com seus traumas, relações sociais, familiares e a sua habilidade maior que é matar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A série é baseada no livro de Jeff Lindsay, "Darkly Dreaming Dexter", que no Brasil tem a tradução de "A Mão Esquerda de Deus". Lindsay é casado com a sobrinha do escritor Ernest Hemingway, Hilary Hemingway, que quase sempre assina como co-autora de seus livros, mas não no caso de Dexter. O livro teve uma indicação ao Edgar Award, uma premiação, organizada pelos &lt;em&gt;Mystery Writes of America&lt;/em&gt; que foi fundada em 1945 por escritores de romances de mistério. Para a adaptação na TV, somente a primeira temporada tem ligação com o livro, as demais que se seguiram são histórias originais. Algumas são melhores que outras. Considero a primeira temporada (&lt;em&gt;Ice Truck Killer&lt;/em&gt;) e a quarta (&lt;em&gt;Trinity&lt;/em&gt;) as melhores, pois possuem finais surpreendentes e de tirar o fôlego. Porém, de forma geral, o roteiro é realmente o ponto forte da série, pois consegue fazer com que os espectadores torçam para que seu sanguinário protagonista nunca seja descoberto e continue matando livremente. E que venha a sexta temporada!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-5138877350371433440?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/5138877350371433440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=5138877350371433440&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/5138877350371433440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/5138877350371433440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2011/06/dexter.html' title='Dexter'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-2489877174143064215</id><published>2011-02-23T19:17:00.003-03:00</published><updated>2011-02-23T19:25:07.509-03:00</updated><title type='text'>Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8526452" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Produção tailandesa vencedora da Palma de Ouro em Cannes de Melhor Filme em 2010. Foi isso o que me atraiu para ir assistir Tio Boonmee. O diretor possui um nome impronunciável, Apichatpong Weerasethakul, e por isso, ele mesmo se apelidou de Joe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esse foi o primeiro filme de Joe que assiti, não conheço os seus outros filmes, portanto, não sei qual é o estilo do diretor e nem qual é o tipo de abordagem que ele procura expressar. Enfim, fui totalmente crua ao cinema, porém com uma enorme curiosidade. Afinal, um filme que ganha a Palma de Ouro em Cannes merece todo o respeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A história do filme é baseada em um livro escrito na década de 80, chamado &lt;em&gt;A Man Who Can Recall His Past Lives&lt;/em&gt; (Um Homem Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas). Escrito por um monge budista, Phra Sripariyattiweti, a obra narra a história de Boonmee, um homem que dizia se recordar das suas vidas passadas durante a meditação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para o filme, o diretor tailandês mostra o Boonmee como um homem que sofre de insuficiência renal e resolve viver o resto dos seus dias em sua casa no campo. A sua cunhada e sobrinho o acompanham para ajudá-lo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Numa noite em que todos estão jantando a mesa, surge o espírito da sua mulher e, em seguida, aparece um ser peludo e de olhos vermelhos reluzentes que se identifica como seu filho, que estava perdido há anos. A partir daí o filme ganha um ar místico e fantasioso, contudo, sem perder a seriedade. Talvez fique difícil para nós, espectadores ocidentais, compreendermos uma lógica no contexto da história, mas para a cultura oriental, a questão espiritual é algo que faz parte da história e religião deles. O processo de reencarnação, karma e toda a filosofia budista estão de forma muito natural no filme. No entanto, esses elementos culturais/religiosos não interferem na forma e no que o filme representa dentro do universo cinematográfico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Joe faz várias referências de diretores como Luis Buñuel e Michelangelo Antonioni. Por exemplo, quando o filho de Boonmee conta que ficava fotografando pela floresta e ao revelar os filmes viu que em uma das fotos aparecia uma criatura peluda e de olhos vermelhos. Ele ficou obcecado por aquela imagem e foi persegui-la até descobrir o que era. Essa cena nos lembra, nitidamente, o filme "Blow Up", de Antonioni, no qual ele nos diz que, em determinadas situações, a câmera consegue enxergar mais do que os nossos próprios olhos. Isso, inclusive, vale principalmente para a cena final do filme de Joe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O diretor tailandês consegue nos hipnotizar e nos fazer compreender que tudo o que vemos na tela é crível, sim. Isso porque, somente o cinema tem a capacidade de provocar essa sensação. A projeção das suas imagens nos faz submergir a uma determinada veracidade simbólica que é inerente ao próprio cinema. Prova disso é que desde o seu surgimento, quando a imagem de um trem chegando à estação foi exibida pela primeira vez, em 1895, as pessoas saíram da frente, porque realmente acreditaram que o trem atravessaria a sala. Isso significa que a história contada no cinema é sempre verdadeira dentro do seu próprio contexto, mesmo que ela seja fantasiosa. Afinal, é esse o pacto que é estabelecido (e que foi, no decorrer dos anos, cada vez mais aprimorado) entre nossas mentes e as imagens que estamos vendo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tio Boonmee consegue, de forma simples, sutil e mística provar que a arte de fazer cinema é ilimitada, poeticamente, narrativamente e interpretativamente. E, acredito que foi por isso que Cannes o premiou com a Palma de Ouro. Pois ele é uma homenagem ao próprio cinema!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-2489877174143064215?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/2489877174143064215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=2489877174143064215&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2489877174143064215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2489877174143064215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2011/02/tio-boonmee-que-pode-recordar-suas.html' title='Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-4367771303800021935</id><published>2011-01-02T12:26:00.004-02:00</published><updated>2011-01-02T12:35:44.600-02:00</updated><title type='text'>Scott Pilgrim Contra o Mundo</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8494059" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Brian O'Malley é um cartunista canadense que em 2004 criou uma história em quadrinhos cujo personagem-título é Scott Pilgrim, um menino de 22 anos que vive em Toronto. Ele é baixista em uma banda formada por dois amigos chamada Sex Bob-omb e divide um apartamento com outro amigo que é gay. Sua vida corre de maneira regular até o momento em que se apaixona por Ramona, uma menina nova na cidade. Por enquanto, nada de extraordinário nessa história. No entanto, para sair com Ramona, ele precisa derrotar seus 7 ex-namorados malignos. A partir daí,&amp;nbsp;Brian consegue misturar o cotidiano normal em uma verdadeira aventura de vídeo-game.&amp;nbsp;A cada luta vencida por Scott faz com que ele ganhe pontos e até mesmo "uma vida" (em linguagem de vídeo-game).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A adptação dos quadrinhos para o filme &lt;strong&gt;Scott Pilgrim Contra o Mundo&lt;/strong&gt;, ficou por conta de Edgar Wright, que trabalhou com Tarantino e Robert Rodriguez em "Planeta Terror" (&lt;em&gt;Grindhouse&lt;/em&gt; - 2007). O roteiro do filme segue a linha dos quadrinhos de O'Malley e criam uma atmosfera extremamente bem humorada, com diálogos inteligentes e extremamente divertidos. As passagens de cenas do filme chamam a atenção. As elipses ocorrem em cortes secos e de uma maneira muito bem montada e filmada. Os continuistas do filme, com certeza, tiveram muito trabalho! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E a escolha para o personagem de Scott não poderia ser melhor. Michael Cera é simplesmente incrível! Esse jovem ator já demonstrava ter um estilo muito próprio, desde a época em que fazia o seriado "Arrested Development". Com seu rosto delicado e um jeito meio sonso de ser, ele conquista e chama a atenção de uma forma sutil e bem humorada. Aliás, todo o elenco do filme é muito bom, e ainda conta com outros excelentes jovens atores, como Kieran Culkin, Jason Schwartzman e toda uma safra nova não muito conhecida, no entanto, não menos talentosos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os efeitos visuais do filme também garantem a diversão. Isso porque eles são usados em momentos do dia-a-dia, por exemplo, quando o telefone toca ou a campainha. E aparecem de forma completa nos momentos dos confrontos de Scott com os ex-namorados de Ramona, simulando um verdadeiro jogo de vídeo-game. O filme todo tem um tom extremamente de ironia e sarcasmo. O meu momento favorito é quando Scott tem que enfrentar Todd. O ex-namorado, que também é baixista e namora a sua ex-namorada. Além do fato da luta ser ainda mais pessoal, o super poder de Todd é justificado pelo fato dele ser &lt;em&gt;vegan&lt;/em&gt;, ou seja, é aquele vegetariano radical, que não come ovo, queijo, nem nada de origem animal, ou como ele mesmo diz "nada que tenha um rosto". E é justamente por isso que ele é melhor que os outros. Ele é um ser superior e com super poderes místicos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somando tudo isso e mais uma trilha sonora super bacana, o filme agrada não só aos adolescentes como a uma boa leva de adultos. E vai agradar, principalmente, a todos que curtem um bom jogo de vídeo-game, ler histórias em quadrinhos ou simplesmente gostam de ir ao cinema e ver um filme inteligente, divertido e que te faça rir despretensiosamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-4367771303800021935?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/4367771303800021935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=4367771303800021935&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4367771303800021935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4367771303800021935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2011/01/scott-pilgrim-contra-o-mundo.html' title='Scott Pilgrim Contra o Mundo'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-8556501616017950557</id><published>2010-10-14T19:56:00.008-03:00</published><updated>2011-02-23T23:02:53.463-03:00</updated><title type='text'>VIP'S</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8430950" height="350" name="VIPS" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Segundo uma teoria da Psicologia, a definição de quem somos seria a soma de três fatores: aquilo que pensamos que somos + aquilo que os outros pensam que somos + aquilo que pensamos que os outros pensam que somos. No caso de Marcelo Nascimento da Rocha, podemos dizer que ele fez uso dessa soma de uma forma, ao mesmo tempo, inocente e ambiciosa. A história dele é tão curiosa que gerou um livro escrito pela roteirista e escritora de obras infantis, Mariana Caltabiano, e ainda dois filmes, ambos exibidos no Festival do Rio 2010: o documentário &lt;strong&gt;Histórias Reais de Um Mentiroso&lt;/strong&gt; e a ficção &lt;strong&gt;VIP’S&lt;/strong&gt;, estrelada por Wagner Moura, que inclusive levou o prêmio Redentor de Melhor Filme e Melhor Ator.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O roteiro de Vip's ficou por conta de Bráulio Mantovani (Cidade de Deus, Tropa de Elite, entre outros), que mais uma vez demonstra um total domínio e inteligência ao transformar a narrativa literária em narrativa cinematográfica. A forma escolhida por Mantovani consegue surpreender e emocionar ao revelar toda a complexidade desse curioso personagem, que é interpretado brilhantemente por Wagner Moura. Ele consegue, diante dos nossos olhos, se passar por um adolescente na escola e ir crescendo e se transformando nas múltiplas personalidades do Marcelo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O protagonista de Vip’s consegue convencer várias pessoas de ser quem ele não é. Isso só é possível porque a mentira está mais no fato de que todos acreditam na sua interpretação, ou seja, ela está mais nas mãos dos outros do que na sua própria. Afinal, como alguém conseguiu se passar por 16 pessoas diferentes? Ele já foi policial, bandido do PCC, guitarrista de banda, campeão de jiu-jitsu, e, o mais famoso caso de todos, filho do dono da GOL. Tal fato ocorreu durante o Recifolia, em que Marcelo foi parar na área vip, usufruindo de todas as mordomias. Tanto que chamou a atenção do repórter Amaury Jr., que estava presente registrando o evento. Esse momento foi mostrado no filme, inclusive com a participação do próprio Amaury. Vale a pena também conferir a entrevista verdadeira: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wfJ3OXwSfDU"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=wfJ3OXwSfDU&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A definição de mentira, segundo o dicionário, é: &lt;em&gt;“Afirmação contrária à verdade; Falsa persuasão, juízo falso; Fábula, ficção”&lt;/em&gt;. Já a definição de verdade é: &lt;em&gt;“Concepção clara de uma realidade; Conformidade das coisas com o conceito que a mente forma delas”&lt;/em&gt;. Sendo assim, podemos considerar que A Verdade Absoluta não existe, ela está no subjetivo de cada um. Está ligada a uma realidade que pode ser criada de acordo com aquilo que se acredita e que faz com que os outros acreditem. O diretor dinamarquês Lars Von Trier, em seu filme, &lt;strong&gt;Os Idiotas&lt;/strong&gt;, também abordou a questão de pessoas se passarem por quem não são. O filme narra a história de um grupo de pessoas que fingem ser doentes mentais, ou seja, realmente idiotas. Nesse caso, a intenção da mentira é provocar reações em outras pessoas, e não tanto para benefícios próprios. Diferente de Marcelo que não só tira vantagens, como acredita veemente em suas próprias mentiras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mentiroso compulsivo, doente, múltiplas personalidades, ou simplesmente um grande picareta. Seja qual for a verdade sobre as mentiras do Marcelo, confesso que simpatizei com ele e com tudo que ele provocou. A sua conduta nos leva a refletir que, com certo empenho, é possível desconstruimos a realidade de nossas vidas e reformularmos os nossos objetivos, crenças, tabus, paradigmas e tudo aquilo que, às vezes, consideramos intactamente verdadeiro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-8556501616017950557?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/8556501616017950557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=8556501616017950557&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/8556501616017950557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/8556501616017950557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2010/10/segundo-uma-teoria-da-psicologia.html' title='VIP&apos;S'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-7926845189167710325</id><published>2010-09-21T14:45:00.009-03:00</published><updated>2010-09-25T21:37:09.194-03:00</updated><title type='text'>A Origem</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8408497" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Existe uma premissa artística de que uma vez pronto, o filme ou uma outra obra qualquer, deixa de pertencer ao diretor/criador e passa a pertencer aos seus espectadores e suas mais variadas interpretações. Tal alegação pode ser fortemente comprovada em A Origem, do diretor inglês Cristopher Nolan (Amnésia, Batman Begins e Cavaleiro das Trevas). Desde a primeira cena até a última, o filme faz com que nós, espectadores, possamos ter uma experiência extremamente cerebral de testar a nossa própria inteligência para que possamos compreender uma história de ficção científica cuja trama ocorre dentro de uma específica complexidade lógica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É difícil escrever sobre o filme sem spoilers, mas de uma forma geral, a história se passa dentro da mente das pessoas, enquanto estão sonhando. O personagem de Leonardo Dicaprio e sua equipe têm a função de entrar na mente das pessoas para roubar informações e segredos. Pode-se dizer que seria uma espécie de Matrix ao contrário, enquanto neste as pessoas já vivem, inconscientemente, num mundo irreal e são “acordadas” para a realidade, em A Origem, elas buscam as verdades do mundo real dentro do mundo onírico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com esse mote, Nolan conseguiu fazer um filme que impressiona não só pelos efeitos visuais, como por um roteiro muito bem elaborado, que inclusive levou dez anos para ficar pronto. Os diálogos não são muito explicativos, no que diz respeito ao funcionamento do processo de se entrar nos sonhos das pessoas. No entanto, são extremamente reflexivos, tal como uma das falas iniciais do personagem Don, vivido por Dicaprio, que diz que o parasita mais resistente que existe é uma ideia. Com ela é possível construir cidades, transformar o mundo e recriar todas as regras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Além dos diálogos, o roteiro de Nolan também faz, e muito bem, o uso do tempo narrativo cinematográfico, através da montagem paralela. Para expor as histórias ocorridas no universo do inconsciente, ele opta por um efeito cascata em que&amp;nbsp;somos levados a pular de sonhos em sonhos sem que nos percamos. A cena em que a van está caindo é memorável, pois, através do recurso de dilatação do tempo, é possível com que tenhamos quatro momentos ocorrendo paralelamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um detalhe que também vale destacar é que a produção tem versões com finalizações em IMAX.&amp;nbsp;O filme mesmo foi rodado em 35 mm e algumas sequências em 65 mm, que são as melhores qualidades de imagem possíveis, abaixo do IMAX. No entanto, tais exibições só poderão ser vistas em São Paulo e Curitiba, que são os únicos lugares no Brasil que possuem salas com tais tipos de projeção. Enfim, em IMAX ou não, este é um filme grandioso, que ousa tanto pela tecnologia, quanto pelo conceito em si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-7926845189167710325?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/7926845189167710325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=7926845189167710325&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7926845189167710325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7926845189167710325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2010/09/origem.html' title='A Origem'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-8733980757233988434</id><published>2010-07-20T23:15:00.007-03:00</published><updated>2010-07-22T15:31:50.768-03:00</updated><title type='text'>Mary &amp; Max - Uma Amizade Diferente</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8318204" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Que bom que ainda tive mais uma chance para assistir a essa incrível animação, que já havia saído de cartaz dos cinemas. Isso graças ao Anima Mundi 2010, já que o filme concorre dentro da categoria Longa-Metragem. A produção, feita em stop-motion, foi escrita e dirigida por Adam Elliot, que já levou vários prêmios, como o Crystal Bear (para a nova geração), no Festival de Berlim 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mary Daisy Dinkle é uma menina de 8 anos que vive na Austrália e tem muitas curiosidades a respeito de tudo que cerca a sua vida. Seus pais lhes são um tanto alheios às suas incansáveis perguntas e ela não tem muitos amigos. Assim, motivada pela sua imensa curiosidade, aleatoriamente, ela escolhe um nome de uma pessoa qualquer nos EUA, através de um livro de páginas amarelas nos correios. O nome que ela pega é de Max Jerry Horowitz, que é um homem de 44 anos, morador da cidade de Nova York. Ele vive sozinho em um pequeno apartamento e é uma pessoa bastante excêntrica, com muita dificuldade para se relacionar com outras pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A fotografia do filme é algo que chama a atenção. É engraçado fazer essa observação numa animação, mas não é só por ser uma animação que a fotografia é menos importante. Ao contrário, ela é ainda mais presente para uma narrativa em que tudo ali é feito de forma praticamente artesanal. Ou seja, todos os objetos, figuras, cores e iluminação foram milimetricamente pensados para traduzir uma ideia. A vida de Mary tem um tom meio amarronzado, que aliás, é a cor favorita dela, mas com algumas tonalidades coloridas. E a vida de Max é completamente preta&amp;nbsp;&amp;amp; branca, tudo meio acinzentado. No entanto, os dois personagens estão em um tom meio cinza, tendo somente alguns detalhes que lhes dão algum colorido, como a fivela vermelha no cabelo preto de Mary.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A relação dos dois vai se estruturando cada vez mais através da troca de correspondências. Mary sempre fazendo inúmeras perguntas, todas muito interessantes e outras extremamente profundas, ao ponto de deixar Max completamente transtornado e levar dias para conseguir respondê-las. Aos poucos vamos percebendo que essa dificuldade de relacionamentos de Max é fruto de uma doença chamada Síndrome de Asperger, e que, com o passar dos anos, Mary vai aprendendo a lidar com ele, mesmo estando&amp;nbsp;em outro continente. Tudo isso é feito com muito humor, utilizando o recurso de cenas que ilustram de forma engraçada a narrativa daquilo que é falado, já que a imaginação de ambos os personagens é de extrema peculiaridade. Por exemplo, quando Mary pergunta a Max o que fazer a respeito de um menino na escola, que fica caçoando de uma mancha de nascença que ela tem na testa, dizendo que é cocô. Max responde que ela deve dizer para esse menino que aquela mancha é, na verdade, sorvete e que ela, quando morrer, ficará encarregada, no céu, de distribuir todo o sorvete do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O filme emociona a todo momento, pois fala sobre as dificuldades da vida, os obstáculos que temos a ultrapassar, tanto quando ainda crianças até quando nos tornamos adultos. Ouvi algumas pessoas falarem que essa é uma produção depressiva, mas discordo considerando que ela fala profundamente sobre o valor da amizade e que é através desse sentimento que é possível conseguir lidar melhor com o mundo e com nós mesmos. E se não podemos ter esse sentimento em família, como é o caso de Mary, podemos buscá-lo em outras pessoas, até mesmo naqueles que moram distantes de nós. Portanto, ao contrário de depressivo, o filme nos enche de esperança, amor, altruísmo, revelando assim que tais sentimentos podem ser poderosos e transformadores na vida de qualquer pessoa, independente da idade, cultura, religião, sexo, ideologia ou o que mais nos diferencie. Afinal, os amigos são os parentes que temos a oportunidade de escolher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-8733980757233988434?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/8733980757233988434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=8733980757233988434&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/8733980757233988434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/8733980757233988434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2010/07/mary-max-uma-amizade-diferente.html' title='Mary &amp; Max - Uma Amizade Diferente'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-4911624576379485930</id><published>2010-07-01T17:30:00.006-03:00</published><updated>2010-07-01T17:43:37.961-03:00</updated><title type='text'>Mademoiselle Chambon e Brilho de uma Paixão</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com:80/VOL88/9331812/flicks/1/8286534" height="350" name="Filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=924&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?cID=925&amp;amp;link=/photoFlick/samples/pflicks=shtml"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dois filmes em uma mesma noite: "Mademoiselle Chambon" e "Brilho de Uma Paixão" (Bright Star). Dois filmes românticos, extremamente românticos, cada um à sua maneira. O primeiro se passa na nossa época atual, século XXI. O segundo, no século XIX. Mademoiselle veio da França (de onde mais?) e Bright Star veio da Inglaterra. Ambos os filmes foram escritos e dirigidos respectivamente por: Stéphane Brizé e Jane Campion.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Mademoiselle Chambon" preza pelo silêncio e pela excelente e sutil atuação de seu elenco, que foi brilhantemente escolhido. Vincent Lindon e Sandrine Kiberlain (que vive a personagem-título do filme) já foram casados na vida real, e no filme vivem um frágil e breve romance extraconjugal. Os diálogos entre os dois ocorrem, quase sempre, de forma metafórica. O primeiro momento se dá quando Jean (Vincent) vai até a escola para falar com as crianças sobre a sua profissão, que é de pedreiro. Um dos alunos lhe pergunta: "Uma casa pode durar para toda a vida?" A referência que se faz aí é justamente sobre o casamento. Ele pode durar toda a vida? E ele explica que tudo depende da fundação, da base que é feita para dar sustentação à "casa". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como já é comum em produções francesas, aquilo que é não dito fala muito mais do que aquilo que é dito. E Stéphane consegue rechear o filme de momentos assim, com enquadramentos que nos fazem quase que perceber os pensamentos de seus personagens, e ao mesmo tempo, compreender as atitudes tanto de um quanto do outro. Não sei se concordo muito com a parte em que o romance extraconjugal é concretizado, ou seja, eles acabam dormindo juntos. Acho que o filme deveria acabar antes, pois o final já está mais do que previsível. Afinal, um típico romance francês terminaria sem isso, pois a condição de seus personagens está naquilo que se passa em suas almas e corações, e não na concretização física de seus sentimentos. Isso irrita algumas pessoas, principalmente se estão acostumadas a assitir produções americanas românticas que quase sempre terminam com um happy end. No entanto, o filme quebra esse estigma e faz com que pensemos que a não concretização se torne uma traição ainda maior, que seria a traição de si mesmo, de não admitir seus próprios sentimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já "Brilho de Uma Paixão", abusa devidamente das falas de seus personagens, uma vez que aborda um período da vida do poeta inglês John Keats. O poeta é vivido pelo ator Ben Whishaw, que também fez o protagonista de "Perfume - A História de Um Assassino". O título original do filme - Bright Star - é uma referência a um dos poemas de John. E realmente é a poesia que engrandece o filme. Os diálogos são sempre intercalados com os textos poéticos de John. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Diferente da produção francesa, aqui o problema do romance entre o poeta e sua vizinha, Fanny, é a sua falta de recursos financeiros para mantê-la. Ele é extremamente pobre e vive graças a favores de amigos. A sua poesia não vende e ele é considerado um fracasso. As regras da sociedade do século XIX não permitiam que uma dama se casasse com um cavalheiro que não possuísse nenhum bem ou certa condição financeira. No entanto, mesmo assim, eles vivem um romance atípico para a época e sofrem com todas as circuntâncias problemáticas dessa arrebatadora paixão. Paixão essa que, nesse caso, faz jus as produções inglesas de época (tais como adaptações de Jane Austen), ou seja, o sentimento de ambos não é concretizado fisicamente. Não acontece nada além de inocentes beijinhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enfim, seja no silêncio, ou com palavras, podemos dizer que o mérito dessas duas produções nos emocionarem fica tanto a cargo de seus diretores/roteiristas, como também da interpretação que nós, espectadores, fazemos de suas obras. E que bom que ainda nos emocionamos com filmes sobre o amor, e que ainda somos capazes de enxergá-lo, em suas variadas formas. O nosso dia-a-dia pode ser bastante duro e difícil, mas não importa o que aconteça, é preciso conseguir enxergar a poesia por trás de tudo, sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-4911624576379485930?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/4911624576379485930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=4911624576379485930&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4911624576379485930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4911624576379485930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2010/07/mademoiselle-chambom-e-brilho-de-uma.html' title='Mademoiselle Chambon e Brilho de uma Paixão'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-514140970781224805</id><published>2010-06-04T16:01:00.016-03:00</published><updated>2010-06-09T19:21:35.456-03:00</updated><title type='text'>Polícia, Adjetivo</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8238128" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O dicionário é um instrumento que usamos para buscar por palavras que não sabemos, ou que estamos em dúvida sobre o seu significado. E o sentido que elas possuem é dado por pessoas, que assim como nós, também buscam compreender e interpretar não só palavras, mas também atitudes e situações que confrontamos no nosso dia-a-dia. Essas divagações se encontram refletidas de uma forma sutilmente brilhante no filme romeno &lt;strong&gt;Polícia, Adjetivo&lt;/strong&gt;, do diretor Corneliu Porumboiu,&amp;nbsp;que inclusive estava cotado para levar a Palma de Ouro de Melhor Filme no Festival de Cannes de 2009. E, no entanto, quem levou foi “A Fita Branca”, de Michael Hanneke.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O personagem principal está passando por um momento de dúvida ética a respeito do seu posicionamento perante o trabalho que desempenha como policial, e suas próprias crenças pessoais. Porém, antes de visualizarmos esse conflito interno, o que vemos e conhecemos é a rotina que ele está vivenciando no momento. Todos os dias ele segue um garoto suspeito de estar traficando drogas. Essa é a sua missão e somos inseridos nesse contexto através de longos planos e sequências que narram, de forma até repetida, os variados trajetos que o protagonista percorre. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A repetição é um recurso usado pelo diretor&amp;nbsp;que nos remete&amp;nbsp;à&amp;nbsp;rotina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A repetição é um recurso usado pelo diretor que nos remete&amp;nbsp;à rotina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A repetição é um recurso usado pelo diretor&amp;nbsp;que nos remete&amp;nbsp;à rotina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No cinema, de forma geral, as histórias narradas, por mais que pareçam rotineiras, não são mostradas como realmente são na vida real. Por meio de recursos de linguagem (elipses, cortes rápidos, flashbacks, entre outros), a rotina é mostrada de uma maneira mais rápida e dinâmica. No entanto, Porumboiu faz questão de planos que são quase documentais e acompanham todos os passos do protagonista. Um outro filme que também faz uso desse recurso de uma forma cadenciada e ritmada é “O Renascimento”, do diretor japonês Masahiro Kobayashi. Em ambos filmes, pode-se dizer&amp;nbsp;que o hábito da rotina se transforma em o protagonista das histórias e seus personagens são meros figurantes presos em um cotidiano marcado por ações de trabalho incansavelmente repetidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A parte final do filme é o seu ponto alto. Acontece um diálogo extremamente profundo e inesperado entre o policial e seu chefe. A surpresa está não só no diálogo em si, mas também, na preocupação de um delegado de polícia e sua forma de argumentação com o seu funcionário. O título do filme é uma referência a esse momento, pois o chefe busca esclarecer, de forma prática e didática, fazendo uso até de um dicionário, para resolver o conflito interno e pessoal do seu subordinado. Afinal, que outro livro melhor poderia ser usado para encontrar significado e sentido de palavras e sentimentos do que um Dicionário? Talvez aquilo que nos aflija tanto não seja tão complexo e possa realmente ser resolvido de maneira mais fácil do que imaginamos. É como dizem por aí: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A vida é simples, somos nós que a complicamos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-514140970781224805?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/514140970781224805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=514140970781224805&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/514140970781224805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/514140970781224805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2010/06/policia-adjetivo.html' title='Polícia, Adjetivo'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-2869658685190876363</id><published>2010-04-09T10:08:00.006-03:00</published><updated>2010-04-11T20:39:59.661-03:00</updated><title type='text'>Os Famosos e os Duendes da Morte</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8111704" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Poeticamente inteligente. Acho que esse é o melhor adjetivo para se dizer sobre o filme de Esmir Filho, que foi vencedor do prêmio de Melhor Longa de Ficção no Festival do Rio 2009. Nada mal para o cara que ficou conhecido na intenet pelo vídeo “Tapa Na Pantera”. A produção é baseada no livro do gaúcho da cidade de Lajeado, Ismael Canappele, que também atua no filme. Porém, não se trata de uma adaptação, já que o livro e o roteiro foram escritos ao mesmo tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com uma fotografia maravilhosa e planos e enquadramentos muito bem dirigidos, o filme fala sobre um menino que mora num pequeno vilarejo, no interior do Rio Grande do Sul e que é fã de Bob Dylan. O seu universo é extremamente limitado devido as poucas opções que sua cidade oferece. Sendo assim, ele encontra como forma de expressão, o veículo da internet. Posta textos em seu blog e conversa com pessoas de outros lugares via MSN. No decorrer do filme, que intercala imagens de pequenos vídeos de internet de um casal, com a vida do protagonista, vamos compreendendo o porque daquelas imagens e qual é a ligação que os personagens possuem. Tudo isso é feito de uma maneira extremamente poética e com uma narrativa de sublime sutileza. Uma curiosidade é que esses vídeos e fotos mostrados no filme já existiam e são da atriz Tuane Eggers. Quem quiser, pode conferir no seu flickr Jingle Jangles: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/uncolortv/"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;http://www.flickr.com/photos/uncolortv/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Além disso, o filme também fala sobre um assunto ainda não muito abordado e extremamente atual. Trata-se do que podemos chamar de os “fantasmas cibernéticos”, ou seja, pessoas que já morreram e, no entanto, ainda estão vivas no mundo virtual, com seus blogs, vídeos, sites de relacionamentos, etc. O que poderia ser um assunto mórbido, ganha um teor inspirador, melancólico e nostálgico. A questão de que a tecnologia de hoje pode nos distanciar uns dos outros cai por terra. Como já havia profetizado o cigano Melquíades (da obra de Gabriel García Márques, Cem Anos de Solidão), ao apresentar o incrível aparelho binóculo: “&lt;em&gt;A ciência eliminou as distâncias. Dentro em pouco o homem poderá ver o que acontece em qualquer lugar da terra, sem sair da sua casa&lt;/em&gt;”. E agora podemos realmente fazer isso, inclusive até mesmo com pessoas que não mais estão entre nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-2869658685190876363?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/2869658685190876363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=2869658685190876363&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2869658685190876363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2869658685190876363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2010/04/os-famosos-e-os-duendes-da-morte.html' title='Os Famosos e os Duendes da Morte'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-682222151307394158</id><published>2010-03-08T23:51:00.012-03:00</published><updated>2010-04-11T20:44:08.347-03:00</updated><title type='text'>Guerra ao Terror</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8037523" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O filme vencedor do Oscar 2010 não me conveceu. Li várias críticas tecendo elogios e mais elogios&amp;nbsp;ao &lt;strong&gt;Guerra ao Terror&lt;/strong&gt;. OK, tenho que admitir que a direção de Kathryn Bigelow é realmente digna de levar&amp;nbsp;o prêmio de Melhor Direção. Mas, levar o Oscar de Melhor Filme acho que aí já é um pouco demais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não sei o que se passa. Sei muito bem que a premiação da Academia possui um significado muito mais voltado para o mercado hollywoodiano de negociações políticas entre produtores e estúdios, do que uma representação analiticamente cinematográfica em si. E mesmo já sabendo disso, continuei sem entender o porque de se premiar um filme como esse. O fato de Avatar não ganhar é como se não houvesse o reconhecimento dos milhões e milhões gastos no investimento de uma produção que eles mesmos bancaram. Eu posso até entender que talvez eles não quisessem dar esse prêmio para James Camerom, mas haviam outras opções lá na lista bem mais interessantes. Enfim, realmente a lógica da Academia é algo que foge de análises do valor do cinema como arte, e sim como uma mercadoria alimentada por uma indústria que&amp;nbsp;gera um lucro fenomenal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;strong&gt;The Hurt Locker&lt;/strong&gt; é o título original, a tradução&amp;nbsp;seria algo como "o armário da dor". Talvez uma referência a roupa especial que o personagem principal usa para desarmar as bombas. E a história se desenvolve dentro dessa temática:&amp;nbsp;um esquadrão do exército que tem como finalidade desarmar bombas no Iraque. O herói do filme é o Sargento James que é muito bom no que faz e tem um perfil meio suicida. As cenas são muito bem filmadas e dirigidas, mas a história não diz nada. A não ser o velho cliché americano de sempre, ou seja, o soldado-herói que luta para defender o seu país. Em nenhum momento é levantada a seguinte questão, por exemplo:&amp;nbsp;será que essas bombas já existiam antes da invasão dos EUA? E a narrativa da história&amp;nbsp;passa uma imagem de que o soldado americano é um herói não só para o seu próprio povo, mas também para os iraquianos. Afinal, eles são tão bons que salvam a todos! A cena do homem-bomba, no final do filme,&amp;nbsp;é extremamente forçada. O que se sabe sobre essa atribuição é que são pessoas&amp;nbsp;de uma religião extremista, que&amp;nbsp;sentem orgulho de serem designados para tal função. No entanto, o perfil do homem-bomba&amp;nbsp;mostrado no&amp;nbsp;filme é de um pai de família que diz ter sido obrigado a fazer aquilo e que as bombas presas no seu corpo&amp;nbsp;lhes foram&amp;nbsp;colocadas contra a sua vontade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não sei se estou sendo muito radical, afinal as informações que temos sobre essa guerra é o que nos é noticiado por jornais ocidentais. De qualquer forma, pegando parâmetros de outros filmes, principalmente os de produção não americanas, acho que Guerra ao Terror mascara algumas realidades em relação ao que realmente está acontecendo no Iraque. Para aqueles que gostaram desse filme, mas querem ter um outro parâmetro de comparação, recomendo a produção palestina &lt;strong&gt;Paradise Now&lt;/strong&gt;, que mostra um íntimo retrato dessa atribuição de ser um homem-bomba. Mesmo não se passando no Iraque, acho que é válido para se ter uma outra visão. Talvez o significado da Academia premiar um filme como esse e não Avatar esteja justamente no reflexo do período atual que estamos passando, principalmente pós o vergonhoso fracasso de Copenhagem. Pensando assim, realmente é a temática de uma guerra com objetivos políticos e administrativos que deve vencer e não um filme que reacende a ideologia ecológica do planeta. E que venha 2012!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-682222151307394158?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/682222151307394158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=682222151307394158&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/682222151307394158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/682222151307394158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2010/03/guerra-ao-terror.html' title='Guerra ao Terror'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-5830673421435882878</id><published>2010-01-24T02:15:00.025-02:00</published><updated>2010-04-11T20:41:15.332-03:00</updated><title type='text'>Avatar</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/7926238" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois de três semanas, finalmente consegui comprar o ingresso (pela internet) para assistir Avatar 3D. O filme mais falado do momento e que já bateu todos os recordes de bilheteria. A primeira vez que vi o trailer do filme, confesso que achei tudo meio fantasioso demais. Mas, isso não seria uma barreira, pois tratava-se de um filme de James Cameron, que é um diretor que admiro muito, tanto pelo talento como diretor quanto como roteirista. Característica aliás bem rara em Hollywood hoje em dia, um diretor que também escreve o roteiro de seus próprios filmes. Só para relembrar: &lt;em&gt;O Exterminador do Futuro 1 e 2, Aliens - O Resgate, Titanic&lt;/em&gt;, e por aí vai.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E o filme é muito mais do que o trailer mostra, muito mais mesmo! E não é só pelos efeitos revolucionadamente especiais. E nem pelo fato de ter sido meu primeiro filme em 3D. O filme fala de algo extremamente profundo e que nos remete&amp;nbsp;à nossa essência enquanto seres humanos. E o paradoxo maior é que o diretor-autor teve que desenvolver toda uma nova tecnologia cinematográfica (que demorou dez anos), para&amp;nbsp;mostrar algo que é extremamente simples e primitivo: a importância da conexão do homem com a natureza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Acho que esse é um filme pós-apocalíptico ecologicamente correto. Talvez seja o recomeço pós 2012. Depois do “fim do mundo” que a natureza nos proporcionará por tratá-la da forma como vimos tratando (taí Copenhagem como prova), o que nos resta depois de tudo é fazer as pazes com ela. Nos reconectarmos com o básico. No entanto, talvez isso não seja mais possível diante da forma que nos encontramos atualmente. Talvez, num futuro próximo, seja necessário adotarmos um outro corpo, pois o nosso está totalmente doente e com terríveis vícios nocivos. Talvez só mesmo em um Avatar é que tenhamos a possibilidade de refazer essa conexão perdida há muitos e muitos anos atrás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O conceito da palavra Avatar vem, primeiramente, da religião hinduísta (do sânscrito, &lt;em&gt;Avatara&lt;/em&gt;), e significa encarnação do espírito de um ser divino num corpo material. No caso do filme, essa possibilidade passa a ser meio que inversa, ou seja, o nosso "corpo" passa a ser o corpo de um outro ser. Sendo assim, o nosso corpo deixa de existir e a nossa essência e consciência&amp;nbsp;são transferidas para um outro corpo. Esse argumento do filme que mistura religião e ficção pode nos deixar meio zonzos, mas o importante é que a mensagem que fica é "conecte-se". Conecte-se com a natureza, uns com os outros, vivos, mortos, presente, passado e usufrua de uma sabedoria que já existe e que já está aí a nossa volta, basta que consigamos enxergar, mesmo que para isso seja preciso se transformar num Avatar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-5830673421435882878?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/5830673421435882878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=5830673421435882878&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/5830673421435882878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/5830673421435882878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2010/01/avatar.html' title='Avatar'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-8529828684037250791</id><published>2009-12-16T23:03:00.005-02:00</published><updated>2010-04-13T12:27:01.722-03:00</updated><title type='text'>2012</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/7830628" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #fff2cc; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É o fim do mundo!! 21 de dezembro de 2012. Anotem a data. E quer saber, eu não me importo que o mundo se acabe. Sinceramente, acho que esse mundo já deu o que tinha que dar, tanto nas questões que dizem respeito ao relacionamento humano: violência, corrupção, injustiça, ignorância, inversão de valores e falta de compreensão. Quanto no que diz respeito ao próprio clima do planeta: calor insuportável e chuvas que mais parecem dilúvios. É realmente de se pensar que o fim esta próximo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #fff2cc; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O bom de quando algo se acaba, é que pode haver uma nova chance para um recomeço. Uma segunda oportunidade para nos fazer pensar no que fizemos de errado para que tudo se acabasse enfim. &lt;strong&gt;2012&lt;/strong&gt;, no entanto, não consegue fazer essa reflexão como foi feita, por exemplo, em outro blockbuster também sobre o fim de mundo, &lt;strong&gt;O Dia Depois do Amanhã&lt;/strong&gt;, que aliás também foi dirigido por Roland Emmerich. Neste último, se optou pelo mote da questão ecológica. E já em 2012 se parte do mito do calendário escrito pela civilização Maia, que prevê fortes possibilidades de maremotos, terremotos e outras séries de graves problemas climáticos. Na verdade, a explicação dada no filme é extremamente vaga. Afinal, nos blockbusters catastróficos, em geral, o que importa não é muito o motivo, mas sim os efeitos especiais que sempre surpreendem pela perfeição e exageros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #fff2cc; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E acho que realmente não seria uma má idéia que houvesse um novo recomeço. Inclusive acho que o mundo poderia começar se acabando pelo Brasil mesmo, mais especificamente em Brasília, e depois nas grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Bom, em 2012 há uma cena do Cristo Redentor se desmantelando (hehehe... é bem legal!). Essas grandes cidades, inclusive, às vezes, me dão a sensação que elas mesmas irão explodir. São tantos carros, tanta gente andando na rua, trânsito, moradores de rua, sujeira, barulho, poluição... aaaaarrrrghh... boomm!!! E aí alguns países, poderiam não ser afetados, como algum da Europa ou da Ásia. Os poucos que sobrevivessem teriam que ir morar nesses países e tendo como missão recomeçar suas vidas, criando novos conceitos, novos mitos e uma nova cultura. Repensar se da forma que estávamos vivendo antes era realmente o melhor para todos, para todos e não apenas para alguns.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #fff2cc; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez eu esteja soando um pouco pessimista, confesso, mas o mundo atual nos leva cada vez mais a crer que não há solução para determinadas coisas. Parece que estamos constantemente dando socos em pontas de facas. Os governantes, os empresários e todos que detêm o poder parecem realmente pretender acabar não só com o mundo, mas também com o antigo e esquecido conceito de certo e errado, com a nossa liberdade, independência, criatividade, solidariedade, individualidade, respeito, enfim com toda a essência pela qual nos identificamos como seres humanos, se é que ainda nos identificamos como tal. E o oposto disso tudo é só o que constantemente vemos e vivenciamos. As coisas estão cada vez mais difíceis para todos, e no entanto, se vende a ilusão que tudo está melhorando e vai melhorar ainda mais. Acho isso uma grande mentira! Tenho pena da nova geração de pessoas que terá que enfrentar um mundo que parece não mais se caber em si: disputa de vaga para se conseguir estudar, trabalhar, e quando se consegue, ainda tem que sobreviver com um salário baixo, contas, dívida, e por aí vai. Por essas e por outras, é que penso que só um recomeço pode salvar um mundo e a nós próprios, portanto... que venha 2012!! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-8529828684037250791?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/8529828684037250791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=8529828684037250791&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/8529828684037250791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/8529828684037250791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2009/12/2012.html' title='2012'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-3470419331932928652</id><published>2009-09-28T21:29:00.010-03:00</published><updated>2010-04-13T12:27:33.786-03:00</updated><title type='text'>Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/7605238" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #999900; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #999900; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #999900; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #fff2cc; font-family: arial;"&gt;Esta bela frase dá título ao também belo filme de Karim Ainouz (&lt;em&gt;Madame Satã&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Céu de Suely&lt;/em&gt;) e Marcelo Gomes (&lt;em&gt;Cinema, Aspirinas e Urubus&lt;/em&gt;). O filme está em competição dentro da mostra Premiére Brasil, do Festival do Rio 2009. Apesar de ainda não ter assistido a todos os outros 10 filmes brasileiros que estão em competição, estou apostando que algum prêmio importante o filme irá levar, quiçá o de melhor longa de ficção, ou de melhor direção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #fff2cc; font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;Esses dois diretores brasileiros mostram na tela que possuem uma enorme afinidade cinematográfica, ao ponto de co-dirigirem um filme de forma admirável e ainda com uma narrativa extremamente ousada. Os dois também nasceram em cidades da região nordeste. Marcelo é de Recife (PE) e Karim é de Fortaleza (CE). E esse fato, com certeza, influenciou na escolha dos dois em fazerem um filme sobre uma viagem que perpassa várias cidades do sertão nordestino. Então, em 1999, eles juntaram uma pequena equipe e resolveram fazer essa viagem, que partiu de Juazeiro do Norte (CE), passou por Pernambuco, Paraíba, Sergipe e Alagoas. Foram registrando tudo usando uma câmera super 8, uma digital e outra fotográfica. Nessa época eles só sabiam o que queriam fazer, mas não sabiam ainda como iriam transformar aquelas imagens em um filme. Só depois surgiu a idéia de criar um personagem, um geólogo que faz essa viagem para fazer um estudo sobre a construção de um canal, e também para tentar esquecer a perda de um grande amor. Com isso, o filme ganha uma enorme abrangência, tanto na sua linguagem, pois é uma mistura de documentário com ficção, quanto na beleza do tema em si. Graças as paisagens e as pessoas que o personagem vai encontrando pelo caminho, o filme se torna um grande exercício de reflexão sobre a vida, a vida dos brasileiros, a nossa própria vida, o amor e a perda dele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;A narrativa do filme é o tempo todo em câmera subjetiva, ou seja, o ponto de vista do personagem principal. E em nenhum momento vemos quem ele é, só escutamos sua voz, a sua narrativa. Esse recurso faz com que o filme se transforme em uma verdadeira experiência para nós, os espectadores. É quase como se nós nos tornássemos aquele personagem e assim passamos a sentir o que ele sente. O filme se torna um interessante e profundo processo de introspecção. Tudo porque o nosso olhar passa ser o olhar daquele personagem. Porém, cada um irá interagir e reagir de forma diferente, pois a experiência de vida dele se mistura a experiência de vida de cada um de nós. E isso faz com que cada um construa internamente e paralelamente o seu próprio filme. O trabalho do ator (Irandir Santos), que interpreta esse personagem também é sensacional, pois suas emoções são passadas somente através da sua voz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;O filme ainda não tem previsão de data de estreia. Depois do Festival do Rio, ele será exibido na Mostra de São Paulo. Só nos resta ficar na torcida para ele entrar em circuito e possibilitar que uma maior quantidade de pessoas possam participar dessa maravilhosa experiência que o filme proporciona. Que bom que o Brasil finalmente retomou o cinema, mesmo ainda sendo muito difícil se fazer cinema no Brasil. Pessoas talentosas e apaixonadas por essa arte encorajam e estimulam todos que também admiram e querem fazer cinema, principalmente um cinema como esse, de coragem, beleza e grandiosidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-3470419331932928652?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/3470419331932928652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=3470419331932928652&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/3470419331932928652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/3470419331932928652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2009/09/viajo-porque-preciso-volto-porque-te.html' title='Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-2412310933936778134</id><published>2009-08-23T10:47:00.006-03:00</published><updated>2010-04-13T12:27:59.056-03:00</updated><title type='text'>Bruno</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/7490814" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;A linha de humor seguida pelo ator inglês Sacha Baron Cohen é a do estilo ácido, bem ácido. E isso os espectadores, de uma forma geral, já estão acostumados. Nos EUA essa linha de humor possui vários adeptos, como Whoopi Goldberg, Chris Rock e Sarah Silverman. Todos eles não têm papas na língua e alfinetam tudo e todos com um humor extremamente agressivo e hilariantemente perturbador. Porém, Sacha vai além. Podemos dizer que além da acidez, o seu humor é kamikaze! Ele realmente joga os seus personagens em situações que ultrapassam os limites do possível. Isso aconteceu com Borat (&lt;em&gt;Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan, 2006&lt;/em&gt;) e se repete com Bruno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;Assim como Borat, Bruno também é um repórter, porém do mundo da moda. Ele é gay, austríaco e trabalha para um programa de TV chamado Funkyzeit. Outro fato em comum com Borat, é que ambos personagens são de países não muito populares (Cazaquistão e Áustria) e que decidem ir para os EUA para tentarem alcançar algum tipo de sucesso em suas missões. Bruno é demitido após se envolver em vários pequenos incidentes. Assim resolve ir para os EUA para se tornar uma verdadeira celebridade. A partir daí começa a se desencadear uma série de situações tanto inacreditavelmente hilárias quanto chocantemente bizarras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;O estilo de filmagem é do tipo documentário. Algumas cenas são armadas e outras não, como a entrevista dele com um terrorista. Armadas ou não, o que importa é que ele acaba mostrando, e de uma forma sarcasticamente crítica, que as suas bizarrices estão em páreo com o que realmente existe nos EUA. Ou existe algo mais bizarro do que uma mãe aceitar a possibilidade de seu filho pequeno fazer uma lipoaspiração para aparecer numa foto. Sem falar em uma empresa que presta consultoria sobre caridade, ou seja, o que está "in" ou "out" em termos de ajuda solidária ou doações a países subdesenvolvidos. Dessa forma, só resta a Bruno realmente apelar para o estilo maior de ironia e sarcasmo para encarar coisas que parecem brincadeira, porém na verdade não são. Algumas vezes a comédia é a única saída para se tratar assuntos seriamente preocupantes, principalmente no mundo em que vivemos hoje que é regido pelo cinismo, demagogia e hipocrisia. Palmas para Bruno e vamos rir da nossa hilária trágica realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-2412310933936778134?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/2412310933936778134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=2412310933936778134&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2412310933936778134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2412310933936778134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2009/08/bruno.html' title='Bruno'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-4069316522113790631</id><published>2009-07-17T16:09:00.008-03:00</published><updated>2010-04-13T12:28:30.019-03:00</updated><title type='text'>3 MACACOS</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/7351939" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;O diretor turco Nuri Bilge Ceylan vem se destacando cada vez mais no Festival de Cannes. Em 2006, o seu filme &lt;strong&gt;Climas&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Iklimler, 2006&lt;/em&gt;) ganhou como o Melhor Filme Pela Crítica Internacional. E em 2008, ele venceu o prêmio de Melhor Direção com &lt;strong&gt;3 Macacos&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Üç Maymun, 2008&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história começa com um atropelamento, seguido de um pedido do autor do acidente, que no caso é um político em plena campanha eleitoral, para que o seu motorista assuma a culpa e vá preso em seu lugar. Em troca ele receberá um bom dinheiro quando sair da prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens dessa história nos são apresentados de forma bem sutil. O ambiente e o clima do filme ganham um tom interessante graças aos planos, que são todos parados e longos, funcionando como uma premissa das situações que se mostram logo em seguida. A ausência de trilha sonora, faz com que os sons também se tornem uma importante peça para a narrativa. Seja o trovão que inicia e termina o filme, ou o barulho do trem que passa ao lado da casa em que eles moram. É um filme que possui vários elementos ocultos e metafóricos que permeiam as entrelinhas da história, além de várias sacadas geniais, como uma cena de elipse utilizada durante o diálogo que se passa no carro, entre o político e esposa do motorista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título do filme é mais uma surpresa à parte, pois faz referência a famosa imagem dos três macacos, sendo um tapando os ouvidos, outro tapando a boca e o último tapando os olhos. Trata-se do provérbio japonês: &lt;em&gt;não ouça, não fale e não veja o mal&lt;/em&gt;. E esses três macacos são justamente a família do motorista, que nunca conversam sobre os problemas que se passam entre eles. Os dramas e angústias dos personagens não acontecem através de palavras, porém são exemplarmente expressadas graças a uma excelente direção de Ceylan que realmente faz jus ao prêmio recebido em Cannes e nos presenteou com uma verdadeira aula de cinema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-4069316522113790631?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/4069316522113790631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=4069316522113790631&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4069316522113790631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4069316522113790631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2009/07/3-macacos.html' title='3 MACACOS'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-4839631577414061745</id><published>2009-06-08T12:20:00.011-03:00</published><updated>2010-04-13T12:29:03.670-03:00</updated><title type='text'>O Exterminador do Futuro 4: Salvação</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/7212821" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="color: #000099;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Parece que agora virou uma tendência em Hollywood em transformar os vilões em figuras mais complexas e muito mais interessantes que os heróis. Assim foi o Coringa de “Batman, O Cavaleiro das Trevas” e assim é o Marcus do “Exterminador do Futuro 4”. Que inclusive por uma coincidência, os heróis de ambos filmes são vividos pelo ator Christian Bale. Com o roteiro assinado pelos mesmos autores do terceiro filme da série, dessa vez eles conseguiram não só se aprofundar mais na história como tecer uma boa costura entre os três filmes anteriores. McG, o diretor que tem nome de rapper e que dirigiu “As Panteras”, comprova sua excelência para as cenas de ação. Logo no início do filme, há um plano sequência incrível do John Connor pilotando um helicóptero. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="color: #000099;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;O filme se passa num futuro nem tão distante assim, no ano de 2018, em que aquilo que foi previsto é inevitável e o Dia do Julgamento acontece. Tudo porque a Skynet, um software de defesa do serviço militar é acionado e adquire inteligência própria, e passa a ver os seres humanos como uma ameaça, um vírus que deve ser exterminado. Lança bombas por todo o mundo. Aqueles que sobreviveram se juntaram para combater as máquinas de guerra que foram criadas pelos próprios humanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="color: #000099;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;O que vemos nesse filme é o nascimento dos primeiros protótipos de exterminadores cyborgs, o modelo T-800, que foram desenvolvidos para se parecerem com os humanos. É esse o modelo vivido por Arnold Schwarzenegger nos três filmes anteriores, e que inclusive tem uma aparição com o seu rosto inserido digitalmente no corpo de um exterminador. Essa estratégia usada pelas máquinas tem o intuito de facilitar a infiltração das mesmas entre os humanos e conseguirem sucesso no seu objetivo de exterminação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="color: #000099;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;John Connor realmente se torna o líder da Resistência na guerra contra as máquinas, porém o fato dele já saber no passado o que iria acontecer no seu futuro o deixa um tanto cego em relação ao seu presente. Isso fica claro quando ele conhece o Marcus, que deveria ser o seu inimigo e assim não o é, pois sua consciência ainda é humana. Ao invés de John usar isso a seu favor, são as máquinas que o usam, baseadas na previsibilidade comportamental de seu já conhecido herói. A fórmula dos outros filmes não se repete nesse episódio, não há um exterminador que vem para matar e um outro que vem para defender. Todos precisam salvar e serem salvos, porém a “Salvação” da humanidade não existe, talvez ela venha no Exterminador 5, que já está em fase de produção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-4839631577414061745?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/4839631577414061745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=4839631577414061745&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4839631577414061745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/4839631577414061745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2009/06/exterminador-do-futuro-4-salvacao.html' title='O Exterminador do Futuro 4: Salvação'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-957455459652483024</id><published>2009-04-04T09:50:00.009-03:00</published><updated>2010-04-13T12:29:24.605-03:00</updated><title type='text'>Garapa</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/6918876" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Este é o nome do mais novo documentário de José Padilha. Depois de &lt;strong&gt;Tropa de Elite&lt;/strong&gt; (2007) ter sido premiado com o Urso de Ouro no “58º Festival de Cinema de Berlim”, Padilha volta ao cenário cinematográfico brasileiro levantando mais um debate social. Agora o seu foco está num tema extremamente cruel e duro de se encarar, a Fome. O filme foi feito em preto e branco e completamente ausente de trilha sonora. Antes da primeira exibição do documentário no Brasil, dentro da 14ª edição do festival “É Tudo Verdade”, Padilha diz que este é um filme em que o cinema por si só não importa, e sim a realidade ali impressa na tela. Porém, discordo do diretor. A escolha das imagens e a montagem se fazem presentes de modo muito forte dentro da narrativa do filme, pois as histórias das famílias se entrelaçam de uma maneira que na realidade, talvez, isso não fosse possível. E é justamente desse entrelace que conseguimos ter uma dimensão maior do que é a Fome e como ela atua de uma forma muito mais abrangente do que se pensa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;A Fome abordada no filme do Padilha, é uma fome que está ligada a pobreza não só de alimento, mas de roupas, de móveis, de educação, de saúde, de trabalho, enfim, de toda uma mínima estrutura social e humana que deveria fazer parte das vidas de qualquer pessoa. E o filme consegue mostrar isso tudo de uma forma dura e difícil de encararmos, porém, fato este que não deve ser ignorado. E acredito que o cinema, principalmente os documetários, também possuem esse papel, de termos um registro de fatos que, muitas vezes, ou são desconhecidos, ou não querem ser vistos. E tal tipo de postura artística e/ou política é de extrema importância para se levanter discussões e, quem sabe ações, que nos levem a melhorar, tanto a realidade ali mostrada na tela, como aquela que nos cerca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;No final da exibição o diretor se colocou a frente da platéia e respondeu a diversas perguntas, cujas respostas me levaram a pensar sobre uma outra questão, que é a impossibilidade de se fazer um documentário sobre pessoas sem interferir em suas vidas, e nem que elas intefiram na sua. E essa inquietação emocional pela qual se passam vários documentaristas é que faz com que suas obras sejam tão impactantes e marcantes. Afinal, a complexidade de como expor uma determinada realidade está intimamente ligada a subjetividade de quem a vê, tanto para aquele que a expõe quanto para os seus espectadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-957455459652483024?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/957455459652483024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=957455459652483024&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/957455459652483024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/957455459652483024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2009/04/garapa.html' title='Garapa'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-2299291069215117614</id><published>2009-01-22T21:12:00.021-02:00</published><updated>2010-04-13T12:30:42.904-03:00</updated><title type='text'>O Curioso Caso de Benjamin Button</title><content type='html'>&lt;div align="left" style="visibility: visible;"&gt;&lt;span style="color: #006600; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/6512238" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="visibility: visible;"&gt;&lt;span style="color: #006600; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; visibility: visible;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Fascinante! Essa é a melhor palavra para definir essa obra prima dirigida por David Fincher, que aliás vem se destacando cada vez mais, tanto pelo seu perfeccionismo nas imagens filmadas, como pelas temáticas interessantes de suas produções. Basta relembrarmos rapidamente da sua filmografia: Alien 3 (1992), Seven (1995), Vidas em Jogo (1997), Clube da Luta (1999), Quarto do Pânico (2001) e Zodíaco (2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do filme conta-se a história de um relojoeiro que perdeu seu filho na guerra e constrói um relógio que anda para trás. Em seu discurso, ele diz que fez o relógio dessa maneira para que fosse possível voltarmos no tempo e fazer com que os pais, que perderam seus filhos na guerra, os tivessem de volta. Essa breve história funciona como uma espécie de prefácio e de gancho para a história que está por vir. Baseado num conto de F. Scott Fitzgerald, o filme narra a saga de Benjamin, um neném que nasceu com a idade de um velho e que com o passar dos anos vai rejuvenescendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brad Pitt interpreta de maneira sutil e serena um personagem muito especial, um menino num corpo de um velhinho. E não é isso que dizem, que quando envelhecemos voltamos a ser criança? No caso de Benjamin isso foi realmente levado a sério, tanto que sua melhor amiga e futura amante é Daisy, que ele conhece quando ela ainda era uma criança, assim como ele. Porém, a amizade dos dois é difícil de ser compreendida pelas pessoas, já que por fora Benjamin aparenta um senhor de idade avançada. Mas, como o tempo de Daisy está indo para frente e o de Benjamin para trás, então previmos que eles se encontrarão no meio do caminho, no meio das suas vidas, no momento certo. Enquanto isso Benjamin vai vivenciando aventuras e experiências que lhes acrescentam quanto um jovem velho ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante mais de duas horas de projeção, o filme não se mostra arrastado e nem cansativo. Pelo contrário, tem um ritmo apropriado para que fiquemos completamente hipnotizados e fascinados por essa delicada e emocionante fábula que fala sobre o amor, o tempo e a vida como uma experiência única de cada um de nós. O final do filme faz com que questionemos a lógica cronológica das nossas vidas, afinal os seres humanos são os únicos seres vivos que têm consciência da própria morte. Porém se o nosso ciclo de vida terminasse onde começamos, talvez fosse menos difícil lidarmos com a nossa própria partida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-2299291069215117614?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/2299291069215117614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=2299291069215117614&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2299291069215117614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2299291069215117614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2009/01/o-curioso-caso-de-benjamin-button.html' title='O Curioso Caso de Benjamin Button'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-6576271803243301818</id><published>2008-12-19T19:20:00.004-02:00</published><updated>2010-04-13T12:31:43.946-03:00</updated><title type='text'>Roberto Carlos Em Ritmo de Aventura</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/6301430" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="right" style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Finalmente consegui ir ao Claro Cine, que antes era o Vivo Open Air. Uma tela de cinema de 286 metros de altura exibe vários filmes, de vários estilos. Porém a agradável surpresa dessa última edição foi a produção brasileira de 1967, &lt;strong&gt;Roberto Carlos Em Ritmo de Aventura&lt;/strong&gt;. Com direção de Roberto Farias, o filme mostra o nosso querido Rei em várias situações de aventura. Ele pilota um carro em alta velocidade, foge de bandidos, pilota avião e helicóptero. E por falar em helicóptero, essa cena é simplesmente de tirar o fôlego. O verdadeiro piloto que fez a cena merece todos os créditos. O helicóptero passa por dentro do Túnel do Pasmado! É realmente incrível de se ver! Sem falar na maravilhosa paisagem de um Rio visto de cima, em pleno anos 60. É uma viagem total!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Além disso, o filme inova em sua linguagem também. Ele é metalinguístico, o que lembra, em alguns momentos, o estilo do roteirista &lt;em&gt;Charlie Kaufman&lt;/em&gt;, com essa questão da ficção se auto-questionar. Roberto Farias dirige de uma forma habilidosa e inovadora essa divertidíssima produção que conta com figurino de Minelli, atuações de José Lewgoy e Reginaldo Farias, além das maravilhosas canções do Rei, é claro!! O roteiro também é uma brasa, mora?! Os diálogos são ótimos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, ai, realmente tempos muito bons, tanto do cinema brasileiro quanto das músicas! E para complementar este evento, no final da exibição do filme rolou o show de “Lafayete e os Tremendões”, que é uma galera nova (como Gabriel Tomaz, do Autoramas e Érika Martins, do extinto grupo Penélope) que se uniram com o tecladista Lafayete, que tocou com o próprio Rei. Juntos eles fazem uma releitura das músicas de Roberto. Enfim, um programa muito bacana que valeu a pena de se ver e ouvir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-6576271803243301818?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/6576271803243301818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=6576271803243301818&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/6576271803243301818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/6576271803243301818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/12/roberto-carlos-em-ritmo-de-aventura.html' title='Roberto Carlos Em Ritmo de Aventura'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-1667349096301473325</id><published>2008-11-12T22:30:00.007-02:00</published><updated>2010-04-13T12:32:22.815-03:00</updated><title type='text'>Vicky Cristina Barcelona</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/6053000" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="right" style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Particularmente aprecio os filmes de &lt;em&gt;Woody Allen&lt;/em&gt; em que ele se faz presente apenas como diretor e não como ator. Considero que sua obra fica mais interessante sem que ele próprio se inclua em suas histórias. Sendo assim, &lt;strong&gt;Vicky Cristina Barcelona&lt;/strong&gt; se enquadra nesse perfil que traço. Além disso, o filme tem um tom quase que “almodovariano”. Não sei se pelo fato da história se passar na Espanha, ou por ter atores como &lt;em&gt;Javier Barden&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Penélope Cruz&lt;/em&gt;, enfim, em alguns momentos pensamos estar vendo um filme de Almodóvar, não fosse as interferências da voz de um narrador, que aí acaba nos puxando e lembrando que estamos vendo &lt;em&gt;Woody Allen&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Além dos dois atores espanhóis, o filme é protagonizado também pela &lt;em&gt;Scarlett Johansson&lt;/em&gt;, que pelo visto virou a mais nova queridinha de &lt;em&gt;Woody&lt;/em&gt;, já que ela estrelou três de suas produções (as duas anteriores foram &lt;strong&gt;Match Point&lt;/strong&gt;, de 2005 e &lt;strong&gt;Scoop&lt;/strong&gt;, de 2006). &lt;em&gt;Johansson&lt;/em&gt; é a Cristina do título do filme. Ela e sua melhor amiga, Vicky, decidem passar um tempo na Espanha, cada uma com os seus motivos. Enquanto Vicky está indo para desenvolver sua tese de mestrado sobre a cultura catalã, Cristina está em busca de algo que ainda não descobriu o que é. As duas acabam conhecendo Juan Antônio (&lt;em&gt;Javier Barden&lt;/em&gt;), que deixa suas intenções bem claras logo que conhece as amigas. &lt;em&gt;Penélope Cruz&lt;/em&gt; aparece quase depois da metade do filme, como a ex-mulher de Juan Antônio, porém seu pouco tempo na tela é totalmente superado pela sua excelente atuação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;O tema do filme continua sendo o preferido de &lt;em&gt;Woody,&lt;/em&gt; e que ele vem abordando durante toda a sua carreira como diretor, ou seja, o vasto e complexo universo do casamento e tudo que ele engloba, seja antes, durante e depois. E nesse filme é possível comprovar que &lt;em&gt;Woody&lt;/em&gt; vem se mantendo atual e interado desse assunto, que mesmo com o passar dos anos continua sendo uma constante na obra do diretor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-1667349096301473325?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/1667349096301473325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=1667349096301473325&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/1667349096301473325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/1667349096301473325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/11/vicky-cristina-barcelona.html' title='Vicky Cristina Barcelona'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-1130608424447884124</id><published>2008-10-05T10:54:00.005-03:00</published><updated>2010-04-13T12:32:48.615-03:00</updated><title type='text'>Diário do Festival do Rio 2008 (parte 2)</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/5783001" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;O cineasta iraniano &lt;em&gt;Mohsen Makhmalbaf&lt;/em&gt;, que dirigiu filmes como, o interessante, “Salve o Cinema” (&lt;em&gt;Salaam Cinema&lt;/em&gt;, 1995), tem duas filhas que resolveram seguir a mesma carreira do pai. &lt;em&gt;Samira e Hanna Makhmalbaf&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Samira&lt;/em&gt; já havia estreado nas telas, aos 18 anos de idade, com o filme “A Maçã” (&lt;em&gt;Sib&lt;/em&gt;, 1998). E agora a sua irmã, &lt;em&gt;Hana&lt;/em&gt;, com apenas 14 anos, se faz presente no Festival do Rio 2008 com &lt;strong&gt;E Buda Desabou de Vergonha&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Buda Az Sharm Foru Rikht&lt;/em&gt; , 2007). Trata-se de um filme puro nas imagens, na narrativa e na sua história, e por isso revela um específico complexo contexto de vida. Assim, como outros filmes de diretores iranianos, ele possui um certo tom de documentário, e talvez o seja, afinal a realidade, muitas vezes, se confunde com uma ficção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;Falando em filhas de cineastas, &lt;em&gt;Jennifer Lynch&lt;/em&gt;, filha de &lt;em&gt;David Lynch&lt;/em&gt;, está de volta! Depois do bizarro “Encaixotando Helena” (&lt;em&gt;Boxing Helena&lt;/em&gt;, ano), ela surpreende mais uma vez com &lt;strong&gt;Sob Controle&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Surveillance&lt;/em&gt;, 2008). Estrelado por &lt;em&gt;Julia Ormond&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Bill Pullman&lt;/em&gt;, o filme, além de ter uma trama envolvente, também possui um humor cínico e uma narrativa inteligente. A herança do estilo &lt;em&gt;Lynch &lt;/em&gt;está garantida com &lt;em&gt;Jennifer&lt;/em&gt;, que parece ser uma promessa de interessantes novas produções que ainda estão por vir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;E &lt;em&gt;Selton Mello&lt;/em&gt; estréia na direção do seu primeiro longa com &lt;strong&gt;Feliz Natal &lt;/strong&gt;(2008). Na exibição do filme no Festival ele até se emocionou, afinal fazer um filme é um trabalho extremamente árduo, e por isso vê-lo pronto na tela, realmente deve ser gratificante. Além de dirigir, &lt;em&gt;Selton&lt;/em&gt; também está presente no roteiro, e isso fica evidente através dos diálogos dos personagens. Percebe-se aquele estilo de fala que parece um improviso, coisa que ele mesmo tanto faz uso nos filmes em que atua, fornecendo assim um tom de naturalidade aos atores. &lt;em&gt;Darlene Glória&lt;/em&gt; está ótima como a matriarca de um família cheia de problemas e conflitos. Mas, o importante no filme de &lt;em&gt;Selton&lt;/em&gt; não é nem tanto a história em si, mas sim como ela está sendo contada. Para os cinéfilos de plantão é possível notar algumas referências (ou influências) de linguagem cinematográfica que vão de &lt;em&gt;Godard&lt;/em&gt; a &lt;em&gt;Lars Von Trier&lt;/em&gt;, coisa típica de quem, assim como &lt;em&gt;Selton&lt;/em&gt;, ama o cinema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-1130608424447884124?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/1130608424447884124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=1130608424447884124&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/1130608424447884124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/1130608424447884124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/10/dirio-do-festival-do-rio-2008-parte-2.html' title='Diário do Festival do Rio 2008 (parte 2)'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-6758303941692619578</id><published>2008-09-29T18:23:00.009-03:00</published><updated>2010-04-13T12:33:23.902-03:00</updated><title type='text'>Diário do Festival do Rio 2008</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/5744683" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #3333ff; font-family: arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #3333ff; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;em&gt;Madonna&lt;/em&gt; abre a minha seleção de filmes do festival. Isso mesmo, &lt;em&gt;Madonna &lt;/em&gt;estréia na direção com &lt;strong&gt;Sujos e Sábios&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Filth and Wisdom&lt;/em&gt;, 2008), que narra a história de pessoas que, apesar dos problemas do dia-a-dia, tentam levar a vida da melhor forma possível. O protagonista, e também a trilha do filme, fica por conta do cantor cigano ucraniano &lt;em&gt;Eugene Hutz, &lt;/em&gt;vocalista da banda "Gogol Bordello", que já é uma figura por si só e que, inclusive, irá se apresentar no TIM Festival desse ano. É claro que, em alguns momentos ouvimos músicas da própria diretora, mas o ponto alto do filme é uma referência a &lt;em&gt;Britney Spears&lt;/em&gt;. Até que a rainha do pop consegue surpreender com a sua estréia na direção, com uma narrativa interessante e cômica. Vale a pena conferir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Charlie Kaufman&lt;/em&gt; é o roteirista dos filmes “Quero Ser John Malkovich”, “Adaptação” e “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”. E agora ele não só roteirizou, como dirigiu a sua mais nova “viagem”, &lt;strong&gt;Sinédoque Nova Iorque&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Synecdoche, New York&lt;/em&gt;, 2008). Assim como em “Adaptação”, &lt;em&gt;Kaufman &lt;/em&gt;brinca mais uma vez com a ficção dentro da ficção. O elenco do filme é encabeçado pelo excelente &lt;em&gt;Philip Seymour Hoffman&lt;/em&gt;, que contracena com atrizes como &lt;em&gt;Catherine Keener&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Samantha Morton&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Jennifer Jason Leigh&lt;/em&gt;. E a história se desenrola através dos conflitos externos e internos do diretor teatral &lt;em&gt;Caden Cotard&lt;/em&gt;, que acaba levando para o teatro toda a sua vida em um projeto grandioso e sem fim. Só vendo para entender, ou melhor, se confundir ainda mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Os irmãos &lt;em&gt;Coen&lt;/em&gt; e suas histórias maravilhosas!! Depois de ganharem o Oscar de Melhor Filme por “Onde os Fracos Não Têm Vez”, eles nos deliciam com &lt;strong&gt;Queime Depois de Ler&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Burn After Reading&lt;/em&gt;, 2008), que é uma fabulosa trama sobre aquilo que pode ser, não é, mas pode acabar sendo, dependendo do ponto de vista de cada um. Deu pra entender? O que importa é que os irmãos &lt;em&gt;Coen&lt;/em&gt; conseguem sempre extrair uma ótima atuação cômica dos atores, sem fazer com que soem caricatos. &lt;em&gt;Brad Pitt&lt;/em&gt;, por exemplo, está sensacional como um personal trainer imbecil que trabalha numa academia. Sem falar nas atuações, também maravilhosas de &lt;em&gt;George Clooney &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Francis McDormand&lt;/em&gt;. Enfim, é diversão inteligente e garantida, típica de uma produção assinada pelos irmãos cineastas&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-6758303941692619578?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/6758303941692619578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=6758303941692619578&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/6758303941692619578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/6758303941692619578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/09/madonna-abre-minha-seleo-de-filmes-do.html' title='Diário do Festival do Rio 2008'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-9002583187590868780</id><published>2008-09-05T12:04:00.007-03:00</published><updated>2010-04-13T12:44:42.708-03:00</updated><title type='text'>Linha de Passe (2008)</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8120420" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dizem que uma das características dos bons diretores de cinema é que eles sempre fazem os mesmos filmes, ou seja, abordam sempre os mesmos temas. O espanhol &lt;em&gt;Pedro Almodóvar&lt;/em&gt; adora mergulhar no universo feminino, o, também espanhol, &lt;em&gt;Luis Buñuel&lt;/em&gt; gostava de criticar a sociedade burguesa, e já o sueco &lt;em&gt;Ingmar Bergman&lt;/em&gt; se aprofundou na complexidade do próprio ser humano. O diretor brasileiro Walter Salles traz, como um tema latente para as telas, a questão do abandono. Em &lt;strong&gt;Terra Estrangeira&lt;/strong&gt; (1995), vemos a história de alguns brasileiros que abandonaram o país, em busca de uma vida melhor, em plena crise do governo Collor. Em &lt;strong&gt;Central do Brasil&lt;/strong&gt; (1998), o menino Josué, que estava em busca do pai, se encontra ainda mais abandonado após a morte da mãe. &lt;strong&gt;Abril Despedaçado&lt;/strong&gt; (2001), que considero sua maior obra-prima, o personagem de Rodrigo Santoro tem o desejo de abandonar a vida que leva. Até mesmo a refilmagem do original japonês, &lt;strong&gt;Água Negra&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Dark Water&lt;/em&gt;, 2005), feita nos EUA, também vemos uma mulher que vive com um trauma de ter sido abandonada pela mãe. Enfim, nos outros filmes dirigidos por Walter o mesmo tema se repete. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em &lt;strong&gt;Linha de Passe&lt;/strong&gt; (2008), nos deparamos com uma família simples vivendo na cidade de São Paulo. Cleusa é mãe de quatro filhos homens e está grávida de mais um. Os três irmãos mais velhos são frutos do mesmo pai, porém o mais novo é de um outro relacionamento. E de todos, é ele quem se sente mais abandonado pelo pai ausente. Não ficamos sabendo o que aconteceu com esses homens. Se morreram, ou se simplesmente foram embora. O foco está centrado na Cleusa. Ela é quem é a figura forte e importante desse núcleo familiar. A história de cada um deles nos é mostrada de forma equilibrada e muito bem costurada. Denis, o irmão mais velho, é motoboy. Dinho se converteu a igreja evangélica e trabalha num posto de gasolina. Dario sonha em ser jogador de futebol. E Reginaldo, o mais novo, tenta descobrir quem é seu pai. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nesse filme, o tema pertinente de Walter, que é o abandono, não está no núcleo da família em si. Pelo contrário, a mãe Cleusa faz com que seus filhos não se sintam assim. Eles sabem que ela estará sempre presente. Porém, o sentimento de abandono está em relação ao contexto sócio-econômico como um todo. Assim como essa família, outras também estão esquecidas e vivem à margem, não só da sociedade, mas também à margem de suas questões pessoais, éticas e de caráter. As pessoas estão por aí, espalhadas nas cidades, tentando sobreviver, e viver, dentro do possível. Estão passando a bola uma para outra, às vezes tem aquele que é fominha e que não quer passar logo, ou quando joga, ela vai muito longe, e parece que não se vai conseguir pegá-la, mas o esforço se faz presente e ela é alcançada, fazendo assim com que não caia. Enfim, o importante é continuar tentando e sair ileso da Linha de Passe&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-9002583187590868780?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/9002583187590868780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=9002583187590868780&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/9002583187590868780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/9002583187590868780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/09/dizem-que-uma-das-caractersticas-dos.html' title='Linha de Passe (2008)'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-3241852348287407733</id><published>2008-08-06T01:18:00.014-03:00</published><updated>2010-04-13T12:49:09.628-03:00</updated><title type='text'>O Escafandro e a Borboleta (Le Scaphandre et le Papillon, 2007)</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8120436" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1964, &lt;em&gt;Marshall MacLuhan&lt;/em&gt; escreveu o intrigante livro “Os Meios de Comunicação Como Extensões do Homem”. E no filme de &lt;em&gt;Julian Schnabel&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Antes do Anoitecer&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Basquiat&lt;/strong&gt;), pode-se dizer que é um dos exemplos mais concretos da teoria de MacLuhan. O olhar da câmera se traduz como o olhar do personagem. Dessa forma, nós, os espectadores, somos transportados para o corpo e mente de &lt;em&gt;Jean-Dominique Bauby&lt;/em&gt;, redator-chefe da revista francesa Elle. Vítima de um derrame cerebral, ele adquire a Síndrome &lt;em&gt;Locked-in&lt;/em&gt; (ou Síndrome do Encarceramento), que o deixa completamente lúcido, porém totalmente paralisado, conseguindo mexer somente um olho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recurso cinematográfico chamado de lente subjetiva é levado ao extremo por &lt;em&gt;Schnabel&lt;/em&gt;. Os primeiros minutos do filme são inteiramente do ponto de vista de &lt;em&gt;Bauby&lt;/em&gt;. Somente após compreendermos, juntamente com o personagem principal, o que está se passando, é que a lente da câmera finalmente revela a figura que até então não havíamos visto. Porém, mesmo com a câmera assumindo uma visão objetiva do filme, o diretor sempre retoma o ponto de vista do personagem, seja através do posicionamento da câmera, ou através de seus pensamentos e imagens que se traduzem como sua imaginação. Inclusive, em alguns momentos, tem-se a impressão de que a lente subjetiva passa a ser realmente a do olhar do espectador, pois o movimento da câmera se faz semelhante ao movimento do olhar de &lt;em&gt;Bauby&lt;/em&gt;. Tudo isso funcionou muito bem para o contexto da história, tanto que rendeu a &lt;em&gt;Schnabel&lt;/em&gt; a Palma de Ouro em Cannes de Melhor Diretor (2007). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #330033;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O filme é baseado no livro de mesmo nome “escrito” pelo próprio &lt;em&gt;Bauby&lt;/em&gt;, que veio a falecer dez dias depois de seu lançamento, em 1997. Quem assina o roteiro é &lt;em&gt;Ronald Harwood&lt;/em&gt;, que dessa vez parece acertar, depois do fiasco da adaptação também feita por ele de &lt;strong&gt;O Amor nos Tempos do Cólera&lt;/strong&gt;. Já &lt;em&gt;Schnabel&lt;/em&gt;, além de diretor também é um artista que possui seus quadros expostos em diversos museus pelo mundo. Inclusive é de sua autoria a capa do disco &lt;em&gt;By The Way&lt;/em&gt; do &lt;em&gt;Red Hot Chilli Peppers.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Escafandro e a Borboleta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; é uma produção que consegue fazer com que os espectadores tenham uma experiência quase que sensitiva em relação ao personagem principal, pois a lente subjetiva se confunde com o nosso olhar, ou seja, nos tornamos o &lt;em&gt;Bauby.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #330033; font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-3241852348287407733?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/3241852348287407733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=3241852348287407733&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/3241852348287407733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/3241852348287407733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/08/o-escafandro-e-borboleta-le-scaphandre.html' title='O Escafandro e a Borboleta (Le Scaphandre et le Papillon, 2007)'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-7234808333511977095</id><published>2008-06-09T17:02:00.008-03:00</published><updated>2010-04-13T12:49:54.026-03:00</updated><title type='text'>Control (idem, 2007)</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic80.picturetrail.com/VOL2045/10572564/flicks/1/4940683&amp;amp;src2=http://widgetize.picturetrail.com/flicks/4940683" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;Em 1977 uma banda inglesa, mais especificamente de Manchester, apresentava uma nova sonoridade para o mercado musical. Entre &lt;em&gt;David Bowie&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sex Pistols&lt;/em&gt;, surgia o &lt;em&gt;Joy Division&lt;/em&gt;. Uma banda que destoava entre as outras por apresentar letras sensíveis e profundas sobre os conflitos internos do ser humano. E o responsável pela composição dessas músicas era o vocalista &lt;em&gt;Ian Curtis&lt;/em&gt;. O diretor e fotógrafo holandês &lt;em&gt;Anton Corbijn&lt;/em&gt; (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.corbijn.co.uk/"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;http://www.corbijn.co.uk/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;) dirige seu primeiro longa que não poderia ser sobre outra coisa senão a banda que ele conheceu e admirava tanto. &lt;em&gt;Anton&lt;/em&gt; é conhecido pelo seu trabalho como fotógrafo no meio musical, que inclui capas de revistas e CD’s de bandas como &lt;em&gt;U2&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;REM&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Depeche Mode&lt;/em&gt;, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Control&lt;/strong&gt; é um filme biográfico que possui um tom de respeito pela figura ali exposta. Isso se deve ao fato de seu diretor ter uma profunda admiração por &lt;em&gt;Ian&lt;/em&gt; e pelo seu trabalho junto ao &lt;em&gt;Joy Division&lt;/em&gt;. O tom do filme é propositalmente um pouco superficial no que se refere aos conflitos mais íntimos do personagem principal. O diretor opta em fazer com que a dramaticidade aconteça através da fotografia, tonalizada em preto e branco, transformando a composição das imagens não só como o pano de fundo da história, mas quase que como uma forma de narrativa paralela. Devido a sua profissão como fotógrafo e a sua relação com a banda, isso pode ter acontecido de forma até inconsciente para &lt;em&gt;Anton&lt;/em&gt;. Inconsciente ou não, é perceptível que o filme reverencia &lt;em&gt;Ian&lt;/em&gt; e toda sua complexidade como ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme ganha também com a atuação de &lt;em&gt;Sam Riley&lt;/em&gt;, cuja semelhança física com &lt;em&gt;Ian&lt;/em&gt; é surpreendente. Além do fato de que a banda e o ator realmente cantam, e não dublam, as músicas do &lt;em&gt;Joy Division&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Deborah Curtis&lt;/em&gt;, esposa do &lt;em&gt;Ian&lt;/em&gt;, é vivida por &lt;em&gt;Samantha Morton,&lt;/em&gt; e é no livro dela que é baseado o filme de &lt;em&gt;Anton&lt;/em&gt;. Uma outra produção vem acompanhando &lt;strong&gt;Control&lt;/strong&gt;, trata-se do documentário &lt;strong&gt;Joy Division&lt;/strong&gt;, do diretor &lt;em&gt;Grant Gee&lt;/em&gt;, em que o próprio &lt;em&gt;Anton&lt;/em&gt; aparece como um dos entrevistados. Ou seja, para os fãs da banda, ou para aqueles que gostam de uma boa música, essa é uma ótima oportunidade de relembrar, ou conhecer um pouco mais a fundo a história de uma banda que inovou o meio musical e influenciou tantas outras bandas inglesas que surgiram posteriormente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-7234808333511977095?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/7234808333511977095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=7234808333511977095&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7234808333511977095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7234808333511977095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/06/control-idem-2007.html' title='Control (idem, 2007)'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-7681696587724852881</id><published>2008-04-16T17:45:00.005-03:00</published><updated>2010-04-13T12:51:14.914-03:00</updated><title type='text'>Juízo (2008)</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic80.picturetrail.com/VOL2045/10572564/flicks/1/4510063&amp;amp;src2=http://widgetize.picturetrail.com/flicks/4510063" height="300" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 300px; width: 390px;" type="application/x-shockwave-flash" width="390" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=http%3A%2F%2Fwww.picturetrail.com%2Fmanage%2Fflicks&amp;amp;cID=995"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt3.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="visibility: visible;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #663333;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;A diretora Maria Augusta Ramos volta a temática sobre a justiça brasileira em seu segundo longa-metragem, &lt;strong&gt;Juízo&lt;/strong&gt;. O documentário mostra o funcionamento da justiça em relação a jovens com menos de 18 anos. O foco do filme é um tanto delicado, já que a lei brasileira proíbe o uso da imagem de menores infratores. A solução encontrada pela diretora foi de usar jovens atores de comunidades carentes para interpretarem os casos reais mostrados no filme. Todos os demais personagens, como juízes, promotores, familiares e outros, são realmente eles mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como no seu primeiro longa, &lt;strong&gt;Justiça&lt;/strong&gt; (2004), Maria Augusta mantém a câmera estática, quase que como um olhar neutro dos acontecimentos narrados dentro da sala de audiência. A montagem nos permite ver a reação dos jovens ao ouvirem suas sentenças. Apesar, destes serem atores, é possível percebermos uma certa identificação com os personagens reais. A escolha por jovens atores de comunidades carentes se deve justamente ao fato de que a realidade interpretada por eles não lhes é tão distante do que também vivenciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curioso de Juízo é que apesar de tratar de casos de furtos, tráfico de drogas e até homicídio, ele não é um filme pesado. Talvez isso se deva graças a Juíza Luciana Fiala, que conduz as audiências com uma postura quase que como uma mãe extremamente aborrecida com os seus “filhos” desobedientes. Porém, o tom cômico dado por ela ao filme, de forma alguma debocha das situações ali narradas. Pelo contrário, enfatiza ainda mais que os motivos dos crimes realizados por aqueles jovens, muitas vezes, são banais e podiam ser evitados caso alguém lhes “puxassem a orelha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fica claro, tanto em Justiça, quanto em Juízo é a distância que existe entre aqueles que formulam as leis e a prática delas no contexto real. E isso abrange não só a interpretação dessas leis em si, mas os protocolos a serem seguidos, os trajes usados, e principalmente, a linguagem empregada para lidar com esses infratores. No caso dos jovens, isso fica ainda mais evidente. Tanto que em um dos casos retratados no filme, o menor fugiu da instituição um dia antes de ser solto. Tudo porque ele não sabia que o termo empregado pelo juiz significava justamente que ele estaria livre. Isso só comprova que, não só a justiça, mas o Poder Público em geral, precisa entender que toda a papelada, a burocracia e os códigos administrativos são criados para lidar com pessoas, sejam elas iletradas ou não, que não pertencem ao mesmo nicho linguístico desses poderes&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-7681696587724852881?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/7681696587724852881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=7681696587724852881&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7681696587724852881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7681696587724852881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/04/juzo-2008.html' title='Juízo (2008)'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-1325420870366690637</id><published>2008-01-25T11:51:00.005-02:00</published><updated>2010-04-13T12:52:07.206-03:00</updated><title type='text'>O Caçador de Pipas (2007, The Kite Runner)</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic80.picturetrail.com/VOL2045/10572564/flicks/1/3666060&amp;amp;src2=http://widgetize.picturetrail.com/flicks/3666060" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="visibility: visible;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="visibility: visible;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="visibility: visible;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="visibility: visible;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="visibility: visible;"&gt;&lt;span style="color: #003300; font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt2.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Amor, honestidade, fidelidade e redenção, esses são alguns dos temas abordados em &lt;strong&gt;O Caçador de Pipas&lt;/strong&gt;. Mas, como conseguir falar de tais temas sem ser piegas? A resposta está sob forma de uma bela história entre duas crianças afegãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme, que seria inicialmente dirigido por Sam Mendes (de Beleza Americana), inclusive é o que vem escrito na orelha do livro de Khaled Housseini, passou para as mãos do diretor Marc Forster (de A Última Ceia e A Passagem). É aquela velha história: “o livro é sempre infinitamente melhor do que o filme”, porém no caso de &lt;strong&gt;O Caçador de Pipas&lt;/strong&gt;, o filme consegue dar o recado sem ser tão melodramático quanto o livro. Por exemplo, a cena em que Sohrab tenta suicídio nos foi poupada no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem leu o livro, é inevitável comparar com o filme, porém recomendo o exercício de se desligar dos detalhamentos do livro e enxergar somente na história que está se passando na tela. É um pouco difícil, mas se consegue chegar a conclusão de que é um belo filme com uma bela história de lição de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, é preciso pensar que este é um importante filme para mudar um pouco a visão dos americanos em relação a população do Afeganistão. Depois do 11 de setembro, muitos devem achar que todos que vivem ali são iguais a Osama Bin Laden. E o filme também mostra um pouco do lado histórico do país, que sofre com a invasão russa em 1979 e mais tarde com a invasão do Talibã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história gira em torno da amizade entre Amir, filho do patrão, e Hassan, filho do empregado. Porém, um acontecimento trágico faz com que Amir não queira mais ser amigo de Hassan. E isso o faz crescer com essa pesada culpa dentro dele, até o momento em que se torna possível ele se redimir de suas atitudes, ou da falta delas, no passado. Talvez o que tenha faltado um pouco no filme, foi justamente essa culpa que Amir carrega no decorrer dos anos. No livro, isso é algo constantemente perturbador na sua vida. Afinal, quando não resolvemos certas questões pessoais, como diz o Baba de Amir: “o tempo pode piorar tudo!”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Filmes citados: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Beleza Americana (1999, &lt;em&gt;American Beauty&lt;/em&gt;). Direção de Sam Mendes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;A Última Ceia (2001, &lt;em&gt;Monster's Ball&lt;/em&gt;). Direção de Marc Forster&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;A Passagem (2005, &lt;em&gt;Stay&lt;/em&gt;). Direção de Marc Forster&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-1325420870366690637?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/1325420870366690637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=1325420870366690637&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/1325420870366690637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/1325420870366690637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2008/01/o-caador-de-pipas-2007-kite-runner.html' title='O Caçador de Pipas (2007, The Kite Runner)'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-2941626713367372066</id><published>2007-10-09T17:50:00.001-03:00</published><updated>2010-04-13T12:53:03.752-03:00</updated><title type='text'>Festival do Rio 2007</title><content type='html'>&lt;div style="visibility: visible;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic40.picturetrail.com/VOL280/9286577/flicks/1/2432794&amp;amp;src2=http://widgetize.picturetrail.com/flicks/2432794" height="300" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 300px; width: 390px;" type="application/x-shockwave-flash" width="390" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 20px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 678px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Este evento anual que acontece na cidade do Rio de Janeiro desde 1999, sempre traz as novidades do cinema de todas as partes do mundo. Na edição deste ano foram selecionados mais de 400 filmes. É claro que eu gostaria de poder assistir todos, mas como isso é humanamente, e financeiramente, impossível, consegui assistir apenas alguns. 17 foi o meu número e a escolha se deu principalmente pelos diretores. Porém comentarei aqui apenas aqueles que mais gostei. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;O primeiro que vi foi &lt;strong&gt;I'm a Cyborg, But That's OK&lt;/strong&gt;, de Park Chan-Wook. Depois de ter dirigido filmes como “Oldboy” e “Lady Vingança”, o diretor coreano resolveu pegar mais leve com esta bela fábula moderna sobre uma menina que pensa ser um cyborg, e portanto resolve não mais se alimentar com comida, já que iria estragar seu organismo mecânico. Assim, ela passa a se “recarregar” lambendo pilhas. A loucura dos personagens, que vivem em um manicômio junto com a tal menina-cyborg, ganha uma certa lógica graças a brilhante forma que Chan-Wook narra a história. Entramos naquele universo e passamos a compreendê-lo sem nos preocupar com a razão, como a então conhecemos, que se torna totalmente desnecessária dentro da narrativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;O diretor, também coreano, Kim Ki-Duk, dos esplêndidos “Casa Vazia” e “Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera”, se fez presente com seu mais novo filme, &lt;strong&gt;Sem Fôlego&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Soom&lt;/em&gt;). Mais uma vez, o diretor retoma sua ligação com as estações do ano, porém agora de uma forma fictícia. A personagem principal do filme, uma mulher casada e com uma filha pequena, passa a ter um relacionamento com um preso no corredor morte. A cada visita que faz ao presidiário, ela monta todo um cenário referente a cada estação do ano. E mais uma vez, outra característica de Ki-Duk, é que um dos personagens praticamente não diz nada durante todo o filme, afinal a sensibilidade está acima de qualquer palavra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;Já o americano &lt;strong&gt;O Expresso para Darjeeling&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;The Darjeeling Limited&lt;/em&gt;) de Wes Anderson possui excelentes diálogos. A história é de três irmãos que se reencontram na Índia com o objetivo de restabelecer os laços familiares. Apesar de soar cliché, a história não é nada cliché. As mais bizarras situações acontecem com os três rapazes, que são interpretados por Owen Wilson, Adrian Brody e o ótimo Jason Schwartzman, que também é co-roteirista do filme. Um fato interessante é que o filme é precedido de um pequeno curta-metragem em que Natalie Portman e Jason Schwartzman protagonizam um história que terá conexão com o final do longa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;O filme romeno, premiado com a Palma de Ouro em Cannes deste ano, &lt;strong&gt;4 meses 3 semanas 2 dias&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;4 luni 3 saptamini si 2 zile&lt;/em&gt;) realmente é chocante, não só pelo tema como pela forma crua em que a história é contada. Não quero aqui revelar o tema do filme, já que o mesmo só o faz na metade de sua narrativa. E é justamente isso que é interessante. Vemos uma história de jovens que moram e estudam em uma república, porém percebemos que algo irá acontecer, só não sabemos o que ao certo. As pistas dadas são muito vagas e pensamos em variadas situações. Até que finalmente descobrimos do que se trata, e compreendemos o por que de não ter sido revelado antes. Pelo fato de ser algo tão íntimo e tão polêmico, o diretor Cristian Mungiu, oculta até mesmo do próprio espectador aquilo que diz respeito somente a personagem que resolve tomar tal decisão e a ninguém mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;Paul Schrader, que fez roteiro de filmes como “Touro Indomável” e “Táxi Driver”, agora dirige &lt;strong&gt;O Acompanhante&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;The Walker&lt;/em&gt;). Um filme que consegue ser extremamente crítico, porém fazendo uso de uma enorme sutileza. Sem falar na excelente atuação de Woody Harrelson que desde “O Povo vs Larry Flynt”, de Milos Forman, não fazia um filme tão bom. Não sei se é demais, mas achei o filme com uma cara de Oscar. A história se passa em Washington, e Carter Paige III (Harrelson) tem como função acompanhar mulheres ricas, que são esposas de políticos, em compras de decoração. Tudo muda quando Carter se vê envolvido numa situação de homicídio. Ao tentar descobrir a verdade, acaba servindo de bode expiatório, porém ele decide enfrentar certas questões políticas, seja de política de etiqueta, seja da política propriamente dita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;No último dia do festival, assisti &lt;strong&gt;Jogo de Cena&lt;/strong&gt; de Eduardo Coutinho. Como o próprio nome do filme diz, se trata da fina linha que separa realidade de ficção. Coutinho brinca com o espectador fazendo-o perceber entre uma história real contada por alguém que realmente viveu aquilo, e a mesma história contada por atrizes como Andrea Beltrão, Fernanda Torres e Marília Pêra. Tudo isso é feito de uma forma inteligente e muito interessante, pois nos é colocado o tempo todo, quase como um exercício para as atrizes, e um jogo para os espectadores, a questão de personagem-real e personagem-fictício.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;E por fim &lt;strong&gt;SOS Saúde&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Sicko&lt;/em&gt;), de Michael Moore. O novo documentário de Moore toca numa outra ferida dos EUA. Ferida mesmo, pois se trata do sistema de saúde americano. Sistema não, mas uma indústria de saúde, ou melhor (na verdade, pior) de doentes e óbitos. Ele explica o funcionamento dos chamados seguros de saúde. Mostra como eles lucram economizando em cima de pessoas que realmente estão precisando de um tratamento e têm seus pedidos de autorização negados. Tudo isso graças a contratos e leis absurdas fornecidas pelo governo e pelos seguros. Porém, Michael Moore vai além (é claro), ele atravessa a fronteira e sobe para o Canadá, depois vai até a Inglaterra e a França. Tudo isso para mostrar como esses países tratam os seus cidadãos no que diz respeito a saúde. Em todos eles, as pessoas não pagam por nada. Nem por cirurgias, nem exames, nada. E no caso da Inglaterra, os hospitais dão dinheiro, para aqueles de classes mais baixas, para cobrir o gasto que tiveram com o transporte até o hospital. Mas, o melhor Moore deixou para o final. Ele resolve fazer uma visita a Cuba! E lá, como nos países da europa, as pessoas também não pagam por tratamento médico. Realmente, essas são realidades muito diferentes dos EUA, mas também do nosso Brasil. Afinal, a quantidade de impostos que pagamos deveria nos fornecer não luxos, mas o mínimo de direitos e respeito que qualquer cidadão deve ter. Educação de qualidade, e principalmente saúde. Pena não exisitir um Michael Moore brasileiro, que investigue e faça documentários denunciando o que realmente acontece nos bastidores desse nosso Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-2941626713367372066?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/2941626713367372066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=2941626713367372066&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2941626713367372066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2941626713367372066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2007/10/festival-do-rio-2007.html' title='Festival do Rio 2007'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-2030026705251454489</id><published>2007-08-13T10:49:00.001-03:00</published><updated>2010-04-13T12:53:39.085-03:00</updated><title type='text'>Michelângelo Antonioni (1912-2007)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=0&amp;amp;src1=http://pic40.picturetrail.com/VOL280/9286577/flicks/1/1544965&amp;amp;src2=http://widgetize.picturetrail.com/flicks/1544965" height="270" loop="false" name="filmstrip" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/2/filmstrip.swf" style="display: inline; height: 270px; width: 300px;" type="application/x-shockwave-flash" width="300" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" height="30" valign="bottom" width="85"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=http%3A%2F%2Fwww.picturetrail.com%2Fwebpages%2Fabout-photoflick2.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" valign="bottom"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=http%3A%2F%2Fwww.picturetrail.com%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks.shtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;span style="color: #0e58ff; font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Depois de vária tentativas, finalmente consegui ir na Maratona do Odeon. Trata-se de uma maratona de filmes, que se inicia por volta das 23:30h e vai até às 06:30h, no cine Odeon no centro do Rio. O filme que abriu a maratona foi &lt;strong&gt;Profissão Repóter&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Professione: Reporter&lt;/em&gt;, 1975), de Michelângelo Antonioni, e para mim, só ele valeu a noite! O outro filme de Antonioni que eu tinha visto foi &lt;strong&gt;Blow Up &lt;/strong&gt;(idem, 1966), que sempre rendeu variadas análises de vários críticos e estudiosos de cinema. Mas, c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;om “Profissão Repórter” pude realmente entender a grandeza deste cineasta, pois o filme faz uso de recursos narrativos inteligentes que nos faz admirar ainda mais a arte cinematográfica. Sem falar na clássica cena final do filme em um plano sequência que a câmera atravessa por entre as grades de uma janela. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Com a perda de Antonioni, e também de outro grande diretor de cinema, Ingmar Bergman, que por coincidência faleceu no mesmo dia que Antonioni, pode-se dizer que a morte de ambos cineastas, significa a morte também de uma certa forma de se fazer cinema. Forma essa pautada pela ousadia, sensibilidade e genialidade de temas e de linguagem cinematográfica. O mais engraçado deste dia da maratona foi que o filme exibido após “Profissão Repórter”, foi um desses besteiróis de suspense americano. Não sei se tal escolha foi aleatória ou intencional, mas acontece um confronto de narrativas entre um filme e outro. Me provocou até raiva estar vendo um filme daqueles. A previsibilidade das cenas, os diálogos, enfim, tudo me pareceu tão tolo e imbecil que a minha vontade era ir embora do cinema. Não sei, mas acho que o cinema é uma arte tão grandiosa que considero um verdadeiro atentado se fazer um filme com tão poucos recursos de linguagem. Parafraseando o personagem de Matheus Nachtergaele em &lt;strong&gt;Baixio das Bestas &lt;/strong&gt;(2007), de Cláudio Assis: “&lt;em&gt;Sabe o que é o bom do cinema? É que no cinema a gente pode fazer tudo!&lt;/em&gt;” E isso é verdade. Existe tanta coisa para se fazer dentro de uma narrativa cinematográfica, que não consigo entender porque alguns filmes se limitam a tão pouco. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Enfim, realmente só me resta lamentar que uma geração de cineastas tão geniais esteja se acabando, mas o que não me faz ficar tão triste é o fato de que existem aqueles que continuam ousando, na tentativa de encontrar e descobrir as mais variadas formas de se fazer cinema. E que venham... Almodóvar, Lars Von Trier, Gaspar Noé, David Ficher, Michael Haneke...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #3333ff; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #3333ff; font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=http%3A%2F%2Fwww.picturetrail.com%2Fwebpages%2Fabout-photoflick2.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-2030026705251454489?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/2030026705251454489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=2030026705251454489&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2030026705251454489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/2030026705251454489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2007/08/antonioni-1912-2007.html' title='Michelângelo Antonioni (1912-2007)'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-3417024968156747340</id><published>2007-07-08T23:17:00.002-03:00</published><updated>2010-04-13T12:58:55.917-03:00</updated><title type='text'>O Balconista II (Clerks II, 2006)</title><content type='html'>&lt;div style="margin: auto; visibility: visible; width: 460px;"&gt;&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" bgcolor="#000000" flashvars="ql=2&amp;amp;src1=http://pic20.picturetrail.com/VOL88/9331812/flicks/1/8120452" height="350" name="filmstrip" quality="high" src="http://flash.picturetrail.com/pflicks/3/spflick.swf" style="height: 350px; width: 460px;" type="application/x-shockwave-flash" width="460" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="height: 24px; margin-top: 10px; whitespace: no-wrap; width: 460px;"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=%2FphotoFlick%2Fsamples%2Fpflicks%3Dshtml&amp;amp;cID=925"&gt;&lt;img align="left" border="0" src="http://pics.picturetrail.com/static/images/pt2-pt.gif" style="margin-left: 5px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;O diretor Kevin Smith retoma os personagens Dante e Randal de seu primeiro Balconista (Clerks, 1994). Além, é claro, da famosa dupla Jay e Silent Bob (vivido pelo próprio Smith), que estão hilários como sempre. Dizia-se que &lt;strong&gt;O Balconista&lt;/strong&gt; fazia parte de uma trilogia de Smith, iniciada com O Balconista, depois o bobo &lt;strong&gt;Barrados No Shopping&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Mallrats&lt;/em&gt;, 1995), e &lt;strong&gt;Procura-se Amy&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Chasing Amy&lt;/em&gt;, 1997), sendo este último estrelado por Ben Affleck. Os personagens Jay e Silent Bob sempre foram figuras cativas em todos esses filmes. Além dessa característica, os filmes de Smith eram todos de baixo orçamento, logo considerados produções alternativas ao cenário milionário de Hollywood. Ben Affleck e Jason Lee (o "agasalha pepino")são amigos que atuam de vez em quando em suas produções, e sendo assim também dão o ar da graça em curtas aparições de &lt;strong&gt;O Balconista II&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;O filme é recheado de referências fílmicas, como a cena de Jay dançando ao som da trilha que embalou o psicopata de "O Silêncio dos Inocentes" (&lt;em&gt;The Silence of The Lambs&lt;/em&gt;, 1991). E a excelente discussão entre Randal e um cliente sobre as trilogias "O Senhor dos Anéis" e "Guerra Nas Estrelas". O que o filme tem de bom, além dos diálogos, que nos leva a dar boas risadas, é o fato dele ser uma verdadeira forma de protesto contra a essa idiota ideologia americana dos "loosers". Afinal, segundo as convenções americanas é isso que os dois personagens principais são. Porémo que o filme propõe é que não importa se as pessoas te consideram ou não um perdedor, e sim o que você faz da sua vida para que ela tenha algum sentido para você mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" height="30" valign="bottom" width="85"&gt;&lt;a href="http://www.picturetrail.com/misc/counter.fcgi?link=http%3A%2F%2Fwww.picturetrail.com%2Fwebpages%2Fabout-photoflick2.shtml&amp;amp;cID=924"&gt;&lt;img border="0" src="http://pics.picturetrail.com/res/pflicks/pt.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" valign="bottom"&gt;&lt;span style="color: #0e58ff; font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-3417024968156747340?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/3417024968156747340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=3417024968156747340&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/3417024968156747340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/3417024968156747340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2007/07/cine-em-foco.html' title='O Balconista II (Clerks II, 2006)'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-6350774369460459367</id><published>2007-06-08T12:58:00.001-03:00</published><updated>2010-04-13T13:00:07.129-03:00</updated><title type='text'>Santiago</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RmmEOU3F6ZI/AAAAAAAAAC0/rBqQTBDE2Dc/s1600-h/santiago_01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073731836862392722" src="http://2.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RmmEOU3F6ZI/AAAAAAAAAC0/rBqQTBDE2Dc/s320/santiago_01.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #666600;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666600; font-family: arial; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;Esse é o título do último documentário de João Moreira Salles. Santiago foi o mordomo da família Salles por trinta anos e ele é o personagem principal do filme, porém o coadjuvante da história de vida do próprio João Moreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive a oportunidade de assistir ao filme seguido de um debate com o diretor, que explicou ter feito as imagens para o documentário em 1992, porém optou por não montá-lo naquela época. Somente em 2006 resolveu retomar a idéia. Baseado no material bruto percebeu que a sua relação com o personagem de seu filme era de extrema distância, mesmo este lhe sendo tão íntimo. Como o próprio João disse, “ainda bem que não fiz o documentário naquela época, senão Santiago seria o objeto e não o sujeito do filme”. O que impressiona e comove é a exposição do diretor em se inserir na narrativa, tanto quando ouvimos suas interferências durante as falas de Santiago, quanto a própria narração do filme, que é feita em &lt;em&gt;off&lt;/em&gt; e em primeira pessoa, representada pela voz de seu irmão. Além disso, João questiona as próprias imagens do filme de uma forma muito honesta, até porque ele mesmo confessa que nem se lembrava como havia feito na época. E isso nos remete ao fato de também assumirmos tal postura ao se assistir um documentário, já que a realidade das imagens podem, e quase sempre são, produzidas e não apenas filmadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, como &lt;strong&gt;Cabra Marcado para Morrer&lt;/strong&gt; (1964/84), de Eduardo Coutinho, &lt;strong&gt;Santiago&lt;/strong&gt; também é um filme sobre o filme, que acaba por revelar um fato real da própria vida do diretor. João diz que gosta de filmar o acaso, os intervalos, e não as circunstâncias principais da vida das pessoas. Isso fica bastante evidente em &lt;strong&gt;Entreatos&lt;/strong&gt; (2004), em que o filme acompanha a campanha de Lula pelo Brasil, optando por mostrar justamente as situações ocorridas fora dos comícios. João acredita que são nesses breves momentos que conseguimos captar realmente a realidade de uma pessoa e/ou de uma situação. E por coincidência, foi justamente o acaso que o fez querer remontar um filme que deveria ter sido feito há tantos anos atrás, mas que ao ser por ele revisto, o fez questionar toda sua postura em relação ao seu posicionamento como diretor de filmes e como pessoa.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-6350774369460459367?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/6350774369460459367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=6350774369460459367&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/6350774369460459367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/6350774369460459367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2007/06/santiago.html' title='Santiago'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RmmEOU3F6ZI/AAAAAAAAAC0/rBqQTBDE2Dc/s72-c/santiago_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-7873691363379433423</id><published>2007-04-30T18:41:00.001-03:00</published><updated>2010-04-13T13:00:32.721-03:00</updated><title type='text'>O Cheiro do Ralo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RjZkCZAm3TI/AAAAAAAAACM/eMdPcJWELsM/s1600-h/cheiro-do-ralo-poster01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5059341223633280306" src="http://4.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RjZkCZAm3TI/AAAAAAAAACM/eMdPcJWELsM/s320/cheiro-do-ralo-poster01.jpg" style="cursor: hand; float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Cafajeste, sacana, egoísta, escroto, filho da p#!%*!!! Lourenço pode ser tudo isso, mas uma qualidade ele tem. Ele é honesto! Extremamente honesto! Até demais! Ele diz o que pensa das pessoas e diz na frente delas! Ninguém é poupado! Nem mesmo sua noiva! Além disso, ele possui uma verdadeira tara doentia pela bunda de uma atendente de lanchonete. Bom, já deu pra perceber que é preciso se desprover de valores morais para assistir a história de Lourenço.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Esse é o segundo filme de Heitor Dhalia, que teve sua primeira experiência no cinema com &lt;strong&gt;Nina&lt;/strong&gt; (2004), inspirado no livro "Crime e Castigo", de &lt;em&gt;Fiódor Dostoievski&lt;/em&gt;. &lt;strong&gt;O Cheiro do Ralo&lt;/strong&gt; é baseado no livro homônimo do cartunista Lourenço Mutarelli, que inclusive faz uma participação no filme como o segurança de Selton Mello. A trama do filme se passa numa época que nos remete aos anos 70, devido ao figurino e algumas gírias faladas pelos personagens, porém o dinheiro usado é o de hoje em dia, logo, o filme se propõe de forma atemporal. Vale destacar a excelente atuação de Selton Mello, que justifica o fato de ser um dos atores mais requisitados tanto no meio cinematográfico quanto de TV. É um ator que faz muito bem tanto comédia quanto drama, basta assistir filmes como &lt;strong&gt;Lisbela e o Prisioneiro&lt;/strong&gt; (Diretor: Guel Arraes/2003) ou &lt;strong&gt;Lavoura Arcaica&lt;/strong&gt; (Diretor: Luiz Fernando Carvalho/2001) para conhecer a versatilidade do ator. Atualmente ele pode ser visto na TV paga, no Canal Brasil com o seu programa sobre cinema Tarja Preta. Ele se declara uma apaixonado pelo cinema e agora está querendo também ir para trás das câmeras. Já dirigiu o clipe "Flerte Fatal" do Ira! e também o curta &lt;strong&gt;Quando o Tempo Cair&lt;/strong&gt;. E está se preparando para dirigir o seu primeiro longa &lt;strong&gt;Feliz Noel&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;strong&gt;O Cheiro do Ralo&lt;/strong&gt; é a prova de que o cinema brasileiro está indo muito bem, obrigado! Tanto que o filme ganhou diversos prêmios na Mostra Internacional de São Paulo e no Festival do Rio, além de ter sido selecionado para o Sundance, nos EUA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #996633;"&gt;&lt;span style="color: #996633;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-7873691363379433423?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/7873691363379433423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=7873691363379433423&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7873691363379433423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7873691363379433423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2007/04/o-cheiro-do-ralo.html' title='O Cheiro do Ralo'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RjZkCZAm3TI/AAAAAAAAACM/eMdPcJWELsM/s72-c/cheiro-do-ralo-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-7555345291046003747</id><published>2007-04-06T22:41:00.001-03:00</published><updated>2010-04-13T13:01:27.149-03:00</updated><title type='text'>12º Festival É Tudo Verdade</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RhcCiux8nQI/AAAAAAAAAB0/4ZsyPjiqzKQ/s1600-h/Ã‰tudoverdade2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5050508302815632642" src="http://4.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RhcCiux8nQI/AAAAAAAAAB0/4ZsyPjiqzKQ/s320/%C3%89tudoverdade2.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt; Foto: Krzysztof Kieslowski&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RhcA3-x8nPI/AAAAAAAAABs/Ipp6NuZ5Pyc/s1600-h/Ã‰tudoverdade2.jpg"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 100%;"&gt;Muita sorte a minha estar no Rio na época em que aconteceu o &lt;strong&gt;É Tudo Verdade&lt;/strong&gt;. O nome desse festival faz referência a um filme inacabado de &lt;em&gt;Orson Welles&lt;/em&gt; que foi rodado no Brasil. E pelo nome dá pra perceber que se trata de um festival só de documentários. Todo ano eles fazem uma homenagem, em forma de retrospectiva, de um diretor. E nesse ano foi a vez do cineasta polonês &lt;em&gt;Krzysztof Kieslowski&lt;/em&gt; (1941-1996). No total, foram exibidos 17 curtas dele e outros 3 filmes sobre ele. Um dos que eu assiti, “Krzysztof Kieslowski: Eu Estou Mais ou Menos”, foi dirigido pelo seu amigo e também seus assistente de direção &lt;em&gt;Krzysztof Wierzbicki&lt;/em&gt;. No filme, vemos Kieslowski falando de seus curtas de início de carreira e de alguns de seus longas. Foi muito interessante ver o cineasta falando de seus filmes e, principalmente sobre si mesmo. Foi possível perceber que a forma como ele se expressa, se parece um pouco com os seus filmes, ou seja, o sentimento não está nas palavras, mas nas entrelinhas dos gestos e das imagens. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 100%;"&gt;Depois do último filme da trilogia das cores (“A Liberdade é Azul”, “A Igualdade é Branca” e “A Fraternidade é Vermelha”), &lt;em&gt;Kieslowski&lt;/em&gt; anunciou que não iria mais fazer filmes, porém escreveu um roteiro para uma nova trilogia: &lt;strong&gt;Paraíso&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Purgatório&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Inferno&lt;/strong&gt;, baseada na "Divina Comédia" de Dante Alighieri. Não se sabe se ele próprio realizaria esses filmes, já que faleceu em 1996. O diretor &lt;em&gt;Tom Twyker&lt;/em&gt; (de Corra Lola Corra) filmou “Paraíso” (&lt;em&gt;Heaven&lt;/em&gt;, 2002) estrelado por Cate Blanchet e Giovanni Ribisi, e em breve veremos “Inferno” (&lt;em&gt;L'Enfer&lt;/em&gt;, 2005) dirigido por &lt;em&gt;Danis Tanovic&lt;/em&gt; (de Terra de Ninguém), que já foi lançado, porém ainda não chegou ao Brasil. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial; font-size: 100%;"&gt;No documentário, &lt;em&gt;Kieslowski&lt;/em&gt; não revela o motivo que o fez parar de fazer filmes, mas o que fica implícito é uma espécie de decepção com alguma coisa que não conseguimos descobrir. Enfim, só podemos lamentar, porque sem suas imagens acabamos perdendo um pouco de poesia e sensibilidade que era único no estilo de seus filmes. O impacto que ele provocou não foi no tocante a efeitos especiais e nem inovações técnicas, mas sim na relação público X cinema. Ele parecia querer nos mostrar o invisível de um sentimento que é comum em todos nós, algo que está além das imagens e das palavras, mas que existe e é latente em nosso mais íntimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-7555345291046003747?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/7555345291046003747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=7555345291046003747&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7555345291046003747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/7555345291046003747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2007/04/12-festival-tudo-verdade.html' title='12º Festival É Tudo Verdade'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RhcCiux8nQI/AAAAAAAAAB0/4ZsyPjiqzKQ/s72-c/%C3%89tudoverdade2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8670536740217953200.post-1209054925496076751</id><published>2007-03-14T18:20:00.001-03:00</published><updated>2011-10-29T20:49:19.489-02:00</updated><title type='text'>A Pele</title><content type='html'>&lt;img alt="" border="0" height="209" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5050739256092040482" src="http://1.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RhfUl-x8nSI/AAAAAAAAACE/DqfjfHTv5Sw/s320/APele.jpg" style="cursor: hand; float: right; height: 219px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 159px;" width="145" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RfhzGjzhICI/AAAAAAAAABM/mLzU9VlJFPU/s1600-h/fur_04.jpg"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;(&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;em&gt;Fur: An Imaginary Portrait of Daine Arbus&lt;/em&gt;, 2006) dirigido por Steven Shainberg. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Depois do excelente &lt;strong&gt;Secretária&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Secretary&lt;/em&gt;, 2002), o diretor Steven Shainberg está de volta com o filme "A Pele"&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; Com esse filme, Shainberg parece definir o seu tema predileto: os desejos obscuros dos seres humanos. Tanto em "Secretária" quanto em "A Pele", os personagens revelam seus segredos mais íntimos de uma forma espontânea, bem humorada e romântica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;em&gt;Nicole Kidman&lt;/em&gt; vive a fotógrafa &lt;em&gt;Diana Arbus&lt;/em&gt;, que mudou a cara da fotografia americana com suas fotos focadas nos chamados "&lt;em&gt;freaks&lt;/em&gt;" (aberrações), que eram travestis, artistas de circo e pessoas com alguma anormalidade física. Porém, antes de se descobrir como fotógrafa, Diana (pronuncia-se Dee-Ann, como ela mesma explica no filme) descobre algo sobre si mesma. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;"A Pele" expõe os segredos de seus personagens e nos faz pensar também nos nossos próprios segredos. Muitas vezes aquilo que desejamos no nosso mais íntimo, preferimos deixar de lado e ignorar por várias questões, seja moral, de valores ou de princípios. Porém, chega um momento em que esses desejos falam mais forte. E aí? O que iremos fazer? Fingir que eles não existem e que não fazem parte de nós? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;O que o filme sugere é que esses segredos sejam revelados e expostos para que possamos ser nós mesmos. Afinal, não pretendemos mudar as pessoas e nem as convenções, mas também não precisamos fingir o que não somos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Citando a música "Crucial", da banda K-os:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;em&gt;I don't wanna change the world&lt;/em&gt; (Eu não quero mudar o mundo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;em&gt;I only want to stop pretending&lt;/em&gt; (Eu só quero parar de fingir)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #ffe599;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffe599; font-family: arial;"&gt;Bom, é isso! E assim faço a minha estréia nesse blog que foi criado não por mim, mas para mim. Muito obrigada e espero atender a tal expectativa! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8670536740217953200-1209054925496076751?l=cineemfoco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineemfoco.blogspot.com/feeds/1209054925496076751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8670536740217953200&amp;postID=1209054925496076751&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/1209054925496076751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8670536740217953200/posts/default/1209054925496076751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineemfoco.blogspot.com/2007/03/filme-pele-fur-imaginary-portrait-of.html' title='A Pele'/><author><name>Larissa Bello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13088235029720656705</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://3.bp.blogspot.com/-yLOKoT2L3hs/Tgq0wWYhN7I/AAAAAAAAAR4/J0H8Ca9Vlm4/s220/IMG_1934.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5cXrsct3ohQ/RhfUl-x8nSI/AAAAAAAAACE/DqfjfHTv5Sw/s72-c/APele.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry></feed>
